Já dizia Abelardo Barbosa, carinhosamente chamado de Chacrinha, lá pelos anos 70, 80 do século passado que “Quem não se comunica, se trumbica”! Pois bem, no século em que vivemos quem não se comunica pelas redes sociais não só se trumbica como vira fantasma. E se o pacato cidadão for político profissional e não aderir as redes sociais nem em fantasma irá conseguir se transformar, pois vai virar um gás qualquer que se esvai no ar.
É que a cada dia que passa a internet esta cada vez mais popularizada, crescendo como uma ferramenta capaz de servir e interagir pessoas formando uma grande fonte de comunicação de massa.
Isso significa que o facebook, twitter, instagram, enfim, a rede social é fundamental para o político atingir atuais eleitores, simpatizantes e até, digamos, “antipatizantes”. Ou seja, em 2014 as redes sociais terão um papel estratégico ainda maior. Claro que os políticos que começaram a utilizar a ferramenta há mais tempo estará em vantagem em relação aos que a utilizam apenas no período eleitoral porque formaram seguidores.
Em Alagoas Collor e Vilela tem utilizado bastante as redes sociais, principalmente o primeiro. No plano nacional o ex-presidente Lula é considerado um meio de comunicação de massa. Sua página no Face alcançou quase 400 mil fãs. Dependendo do tema, as postagens são curtidas, compartilhadas e comentadas por milhares de pessoas. E como cada um desses fãs tem os seus próprios amigos, o público potencial de Lula, de forma direta, chega a atingir 50 milhões de pessoas.
Especialistas começam a perceber que as eleições podem ser decididas pela internet. Segundo o Ibope, o Brasil tem 138 milhões de eleitores e mais de 105 milhões de internautas. Pessoas que discutem tudo, compartilham, comentam, curtem e trocam ideias sobre política e políticos.
Se o político atual não perceber que pode chegar a conquistar o seu objetivo final, que é o voto do eleitor, cada vez mais através das redes sociais, corre risco de ser carta fora do baralho político sem sequer perceber que raio o atingiu.