Promessa é dívida. Após nove meses de gestão e tendo afirmado que lançaria novas e grandes obras em Maceió, o prefeito Rui Palmeira confirmou, na manhã desta quarta-feira (11), que irá iniciar na segunda quinzena deste mês obras por toda a cidade. Os investimentos vão girar em torno dos R$ 80 milhões.
Mais da metade deste valor será destinado ao Vale do Reginaldo, cujos recursos estão garantidos desde 2008. A partir do dia 30 deste mês, quando será assinada a ordem de serviço, as obras serão retomadas, com os serviços de drenagem e saneamento como prioridades e posteriormente seguindo para a reurbanização, pavimentação e construção de vias e dois viadutos.
As obras naquela região serão divididas entre a prefeitura de Maceió e o Governo do Estado. O orçamento total é de R$ 60 milhões, sendo que ficará a cargo do Estado o montante de R$ 54 milhões e 600 mil do Projeto de Aceleração do Crescimento 1 (PAC) e a contrapartida do município de R$ 5 milhões e 400 mil.

O passo seguinte, também em parceria com o governo do Estado, visa principalmente a construção de vias e dois viadutos, sendo que o principal deles ligará o Vale do Reginaldo à Avenida Leste-Oeste e a Ladeira da Moenda no Feitosa. O objetivo da obra, segundo o prefeito, é desafogar o trânsito na Fernandes Lima e no Centro da cidade, interligando as regiões.
De acordo com Rui Palmeira, os primeiros nove meses do ano serviram para entender o funcionamento da cidade, executar obras emergenciais e projetar obras maiores, como as que foram lançadas. “Nós precisamos desse tempo para avaliar toda a situação, problemas, falhas, convênios paralisados e agora, estamos colocando em prática de fato, estas obras que irão sanar problemas de décadas em Maceió”, disse.
Com destaque para as obras no Vale do Reginaldo, o prefeito e o secretário de infra-estrutura, Roberto Fernandes, além do adjunto Abelardo Melo, garantiram obras que irão movimentar outros milhões, como a Recuperação do Passeio no Centro da cidade em R$ 267 mil; a Pavimentação e Drenagem do Graciliano Ramos em R$ 5,7 milhões, na Santa Lúcia, que custará R$ 10,3 milhões e Village Campestre, de R$ 3,3 milhões;
Já o secretário de infra-estrutura do município, Roberto Fernandes, afirmou que o trabalho para lançamento de todas essas obras foi árduo devido à transição de gestão. “Para estar lançando estas obras, foi um trabalho árduo dos técnicos da prefeitura, que além de análises das situações atuais, tiveram que alinhar convênios e contratos com a Caixa Econômica Federal, para que fosse possível a liberação para início das obras”, afirmou.




