O vice-governador, democratas, Thomaz Nonô contou que a eleição no ano que vem tem no momento três senadores: Renan Calheiros, Benedito de Lira e Fernando Collor candidatos a governador. Nonô admite entrar na disputa pelo Democratas, mas avisa: ninguém chegará ao governo do estado em 2014 sozinho.
Nonô acha que a época em que Suruagy chegou ao governo com 86% dos votos, escalando quem seria o vice e indicando chapa proporcional de quem seria eleito federal e estadual, é coisa do passado. "A situação de hoje é bem diferente", avalia o vice o vice do governador Teotonio Vilela.
O democrata considera a forma de fazer política do Renan "acertadíssima" quando, na condição de postulante, descarta, pelo menos até agora, qualquer discussão sobre o assunto, achando que a indicação de nomes só deve ser colocada em debate no início do próximo ano.
"Não somente concordo com o senador do PMDB, mas afirmo categoricamente que esse assunto, no momento, não faz parte da minha agenda diária. No atual momento, tem o compromisso de ajudar ao governador Teotonio Vilela a continuar trabalhando para fazer um governo que atenda as expectativas dos alagoanos", informa Nonô.
Também, disse o vice governador no momento é um assunto que não se encontra na minha pauta do dia. "Quero agora ajudar ao governador Teotonio Vilela a continuar e concluiu uma boa administração."
Reconheceu Nonô que o estilo do tucano de Teo administrar tem seus erros, o que é normal em qualquer governo. Aponta, por exemplo, a necessidade de um melhor diálogo com o servidor. Porém, acha que, no somatório geral, Teotonio tem feito um boa administração.
Em tom de brincadeira, Thomaz Nonô, falando sobre a familia Calheiros, disse: "quero renovar e cobrar do prefeito Remi Calheiros, de Murici, a degustação que ele prometeu de um pato à cabidela eito pelo sua mãe, dona Ivanilda Calheiros, que já tive o prazer de saborear e adorei".
O vice-governador aguarda com expectativa o convite, mas lembra que só irá saborear o delicioso prato se for acompanhado do deputado estadual Olavo Calheiros, "um amigo com quem convivi bom período na Câmara dos Deputados e fizemos uma salutar amizade, sempre respeitando, como faço ainda hoje, seu estilo de fazer politica".
Indagado sobra a possibilidade de uma aliança entre o DEM e o PMDB, no caso de Renan entrar na disputa, o vice-governador disse que os tempos mudaram. "Estamos mais maduros, querendo sempre o melhor para Alagoas!. As portas do diálogo nunca devem ser fechadas quando está em jogo o compromisso com desenvolvimento do nosso Estado".
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