O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), promoveu um encontro entre o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, para tratar de dois temas regionais daquele estado.
Inclusive, o ministro, cotadíssimo para ser o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para governador de São Paulo em 2014, confirmou a mudança de domicílio eleitoral para a capital paulista.
Mas voltando à audiência, um dos temas abordados foi a implantação de um hospital para cuidar dos problemas do coração, de infarto e de acidentes vasculares e cerebrais no Estado de Alagoas. E o outro é a inserção do Laboratório Industrial Farmacêutico de Alagoas (Lifal), na cadeia de produção nacional de medicamentos, por meio de convênio do Ministério da Saúde.
O primeiro tema da reunião foi a construção de um hospital para atender pacientes com doenças do coração e doenças cerebrais no Estado de Alagoas.
“Uma prioridade do ministério, para reduzirmos o tempo de espera para o início do tratamento, do infarto e derrames e isquemia cerebral; para dar mais qualidade, inclusive com a ideia de um convênio de cooperação com o Instituto Nacional de Cardiologia, que é do Ministério da Saúde, com o futuro hospital do coração e doenças cerebrais do Estado de Alagoas”, explicou Padilha.
Já o segundo tema foi a produção de medicamentos, que vem crescendo no Brasil há dois anos. O ministro anunciou uma parceria entre o Ministério da Saúde e o laboratório Lifal de Alagoas.
“Um dos laboratórios que nós temos interesse que entre nessa nova fronteira de produção de medicamentos no País é o Lifal de Alagoas. Estamos fechando parceria s com o laboratório de Alagoas juntamente com o governador de Alagoas”, enfatizou.
INSULINA - O ministro da Saúde informou que há dois anos o Brasil não produzia nenhum medicamento biológico e passará a produzir a partir desse ano. Também há dois anos, o Brasil não produzia insulina.
“Ontem (terça-feira, 18), assinamos o contrato de produção de insulina aqui no Brasil, ou seja, aumentando a capacidade de produção nacional. O Ministério da Saúde tem feito um grande esforço para aumentar a nossa capacidade produção nacional de medicamentos.
Também anunciamos que o Brasil irá passar a produzir 14 produtos, medicamentos de alto custo para o câncer aqui no Brasil. São chamados medicamentos biológicos que é a última fronteira de tratamento para o câncer”, lembrou ministro Padilha.
O governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, após a audiência com o ministro e presidente do Senado, que intermediou o encontro, falou sobre a nova unidade de saúde que será construída. “Estamos chamando provisoriamente de um centro de tratamento cardiológico, cujo custo estimado é de cerca de R$ 18 milhões”, informou o governador.
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