A procuradora-chefe do Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas, Niedja Kaspary, informa que não teve acesso ao conteúdo das denúncias citadas pelo Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União (Sinasempu) – desconhece quem seriam os servidores e terceirizados que teriam alegado ter sofrido suposto assédio moral bem como qualquer indício de prova que fundamente a representação.Acerca das acusações ou supostos abusos, Niedja Kaspary esclarece que os mesmos não procedem, até porque despidos de fatos e nomes que os sustentem.
Outrossim, em nenhum momento, a nota ou ofícios do Sindicato fazem menção aos termos: “Kaspary sacou uma arma, em setembro do ano passado, durante reunião no condomínio onde mora”.
Quanto ao pedido de afastamento preventivo da representante do Ministério Público, é importante se esclarecer que não há razão para tal, uma vez que não existe qualquer processo administrativo disciplinar em curso – requisito essencial para o afastamento, conforme dispõe os artigos 252 a 261, da Lei Complementar nº 75/1993. A procuradora-chefe do Ministério Público Federal em Alagoas esclarece que ao longo de sua trajetória profissional – 30 anos de serviço público e 15 anos no MPF – jamais respondeu a qualquer processo administrativo disciplinar. Ressalta ainda que, pelo trabalho firme e combativo, angariou inimigos, sendo, por isso, alvo de denúncias infundadas e acusações vazias, conforme se verifica no presente caso.
