O prefeito Rui Palmeira garantiu que, num breve espaço de tempo, as maternidades Paulo Neto e do Hospital do Açúcar voltarão a funcionar para atender gestantes de Maceió pelo Serviço Único de Saúde (SUS). A informação foi confirmada durante uma visita, nesta sexta-feria (12), à Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF).
O objetivo da ação, que acontece numa parceria com o Estado e Ministério da Saúde, é desafogar os atendimentos na maternidade Santa Mônica, que normalmente registram superlotação, em especial nos finais de semana.
Segundo o gestor de Maceió, a maternidade do Hospital dos Usineiros terá atendimento exclusivo do SUS. Rui Palmeira ainda acrescentou que a prefeitura está estudando um local para a construção da maternidade de Maceió, uma das promessas de sua campanha.
Ele ressaltou que em encontro com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi levado ao conhecimento dele a demanda por uma nova maternidade e foi garantido apoio para a construção e manutenção do local.
Outra ação que em breve deve sair do papel é a instalação de duas Unidades de Pronto Atendimento nos bairros do Vergel do Lago e Benedito Bentes. Para o prefeito, é fundamental que a capital tenha essas unidades para desafogar o número de pacientes atendidos no Hospital Geral do Estado (HGE).
Essa semana ele entrou em contato com patrimônio da União para fazer a mudança de objeto e ceder um terreno no Vergel, localizado na Rua Cabo Reis, onde será construída uma das unidades. “Maceió é uma das poucas capitais do nordeste que não possui UPA’s e essa construção será importante para a nossa população", disse.
Dívida dos medicamentos
Apesar do prefeito confirmar a compra de medicamentos que vão abastecer os postos de saúde da capital nos próximos três meses, uma dívida de R$ 2 milhões herdada da gestão anterior complica a aquisição de vários medicamentos. O prefeito Rui Palmeira disse que o valor tem causado problemas junto aos fornecedores. “Alguns fornecedores se recusam a repassar medicamentos para Maceió por conta dessa dívida . O município ficou sem crédito", afirmou.
O caso está sendo analisado pela Secretaria de Finanças, que vai adotar critérios para sanar a dívida. Rui adiantou que os pagamentos devem começar pelos credores menores e que também será feita uma triagem dos empenhos. “As compras que realizamos na última semana dará para abastecer os postos durante três meses, mas teremos que regularizar nossa situação e recuperar o crédito", disse.


