A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio do Grupo Condutor da Rede Cegonha, realiza nesta sexta-feira (22) a primeira reunião do Fórum Perinatal. O encontro, que conta com os apoiadores da Rede do Ministério da Saúde, tem o objetivo de discutir a assistência materno-infantil nos municípios alagoanos e buscar estratégias para sua melhoria. O encontro irá acontecer a partir das 8h, no auditório do Maceió Mar Hotel, na Ponta Verde.
Gestores, técnicos, conselhos de classe, sociedades científicas e representantes da sociedade civil participam do processo de discussão, que será realizado, mensalmente, nas cidades de Maceió e Arapiraca, sede da 1ª e 2ª Macrorregião de Saúde, respectivamente.
Segundo a coordenadora estadual da Rede Cegonha, Syrlene Patriota, as pautas dos Fóruns serão definidas de acordo com as necessidades identificadas. “Na primeira reunião, vamos discutir a vinculação da gestante à maternidade, com a apresentação do mapa de vinculação de Maceió e também sobre o transporte da gestante e do recém-nascido pelo Samu”, afirmou.
Calendário
As próximas reuniões do Fórum Perinatal acontecem nos dias 15 de abril (Maceió), 21 de maio (Arapiraca), 18 de junho (Maceió), 15 de julho (Maceió), 20 de agosto (Arapiraca), 18 de setembro (Maceió), 22 de outubro (Maceió), 19 de novembro (Arapiraca) e 17 de dezembro (Maceió).
Rede Cegonha
Os avanços do processo de implantação da Rede Cegonha - Assistência Materno Infantil - em Alagoas conta com investimentos para reforma e equipamentos. Também estão programados investimentos para custeio de leitos, no valor aproximado de R$ 29 milhões, visando estruturar UTIs Adulto, leito gestante de alto risco, UTI Neo, UCI Neo, Canguru, Centro de Parto Normal, Casa da Gestante, Bebê e Puérpera.
Na lista de reforma e equipamentos, está o Centro de Parto Normal e ambiência da maternidade do hospital Ib Gatto Falcão, em Rio Largo; a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera, do Hospital Universitário; Centro de parto normal, ambiência e casa da gestante bebe e puérpera, da Maternidade Escola Santa Mônica. Também está prevista a ampliação de 100 leitos obstétricos de risco habitual na Maternidade Santa Mônica e serviços de apoio no valor de R$ 12 milhões.