Depois de mais de 20 anos de espera, finalmente o povo sertanejo começa a beneficiar-se com a água do Canal do Sertão. O governador Teotonio Vilela Filho e a presidente Dilma Rousseff inauguram, amanhã, os primeiros 65 quilômetros da obra. O Canal do Sertão é resultado do esforço político de Teotonio Vilela Filho e do Senador Renan Calheiros no Senado, desde o governo de FHC.

O projeto recebeu atenção diferenciada pelos Governos de Lula e Dilma e foi inserido no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), tornando-se a maior obra de infraestrutura hídrica de Alagoas e uma das maiores do Nordeste, beneficiando 42 municípios e mais de 1 milhão de alagoanos que sofrem com períodos de estiagem prolongada.

O Canal do Sertão é financiado pelo Governo Federal que encontrou na administração atual o ambiente ideal para um investimento desse porte. Desde o início de seu primeiro mandato, Teotonio Vilela Filho inaugurou um novo tempo na administração estadual, conferindo um choque de gestão com o intuito de ajustar e equilibrar as contas públicas estaduais, resgatar a credibilidade do Estado junto a instituições financeiras nacionais e internacionais, e colocar Alagoas novamente na adimplência junto ao governo Federal para possibilitar a retomada de convênios e o repasse de recursos e investimentos no Estado.

Com credibilidade resgatada e um projeto competente, o Governo estadual está conseguindo executar a obra – cumprindo todas as exigências dos órgãos fiscalizadores - que nenhum outro governo em Alagoas conseguiu.

Já estão concluídos os dois primeiros trechos, alcançando o km 65, e as obras dos terceiro e quarto trechos já foram licitadas, com recursos garantidos pelo Ministério da Integração Nacional. Quando estiver concluído, o Canal do Sertão alcançará a marca de 250 km de extensão, ligando Delmiro Gouveia a Arapiraca.

A obra, que é considerada como a redenção econômica das regiões do Sertão e Agreste alagoanos, vai receber também a implantação de vários projetos que visam garantir a promoção do desenvolvimento sustentável para a Região do Canal.

Uma obra histórica com uma idéia de desenvolvimento sustentável focada na necessidade de promover o desenvolvimento econômico, satisfazendo os interesses da geração presente, sem, contudo, comprometer a geração futura.

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