Diga-se tudo do senador Renan Calheiros, menos que não é do ramo da política.

O homem já morreu e ressuscitou diversas vezes e continua forte e prestigiado no Senado Federal. Sua primeira “morte” ocorreu em 90 quando rompeu com o então presidente Collor, que ajudara a eleger, por ter sido preterido por ele, em favor de Geraldo Bulhões, para disputar o governo de Alagoas.

Magoado, foi à tribuna da Câmara Federal e abriu as baterias contra o presidente e seu escudeiro PC Farias.

Posteriormente, elegeu-se senador e presidente da Casa, o que não é uma coisa fácil para quem sai de Alagoas. Mas foi abatido em pleno voo quando a imprensa descobriu que ele mantivera um relacionamento extraconjugal com a jornalista Mônica Veloso e que a pensão alimentícia que ela requerera, judicialmente, estava sendo paga por Cláudio Gontijo, lobista da construtora Mendes Júnior.

Foi a segunda “morte” do alagoano que para evitar uma crise política renunciou à presidência do Senado.

No entanto, teve que responder a um processo por quebra de decoro, do qual foi absolvido. Agora, quando se preparava para disputar a presidência da Casa pela segunda vez, foi denunciado pelo procurador geral da República por suposto uso de notas frias, e mesmo assim se elegeu. Por certo ele, tem qualidades raras.

Nesse seu retornou à presidência do Senado, uma turma de Alagoas estava presente dando apoio. Registre aqui, entres eles estavam, prefeito de Penedo, Marcius Beltrão, e o seu vice, Ronaldo Lopes; o ex-prefeito de Arapiraca Luciano Barbosa, o ex-prefeito de Coruripe,Marx Beltrão, o presidente do TCE, Cícero Amélio;o prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus;o prefeito de Coruripe, Joaquim Beltrão; a prefeita de Arapiraca,Célia Rocha e seu vice, publicitário Yale Fernandes e outros.

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