Desde que deixou à presidência da extinta Ceal (atual Eletrobas Alagoas) quando foi exonerado do cargo pela então ministra e hoje presidente da República, Dilma Roussef, o eletricitário Joaquim Brito, presidente do PT em Alagoas, não tem conseguido sucesso em seus pleitos para retornar a integrar o ‘cast’ da empresa.

Quando Dilma assumiu, ele tentou voltar à presidência da empresa e foi barrado. Neste final de ano, Brito tentou ser presidente da Faceal – órgão de previdência privada dos servidores da Eletrobras - mas perdeu a disputa com a indicação do aposentado Luiz Demóstenes Dantas para ocupar o posto.

Finalmente, tentou via seu padrinho Zé Dirceu- que não vive um bom momento, sendo condenado pelo STF por envolvimento no mensalão - ficar como diretor de Seguridade e um salário de R$ 12 mil. Para isso, propôs se aposentar através do PDI em 2013 da empresa, onde já ganha um polpudo salário de R$ 26 mil, podendo assim ser indicado para o cargo.

Entretanto, nova decepção: o Conselho Administrativo da Faceal, formado pelos servidores da Eletrobras, Leonardo Gominho, Carlos Máximo e Alexandre Gonçalves, decidiu vetá-lo. E aí, o indicado para o cargo foi Alexande Gonçalves, empossado dia 3 deste mês para uma gestão de dois anos. Brito terá que esperar se quiser, daqui há dois anos voltar a pleitear um cargo.

Joaquim Brito é assim um colecionador de derrotas na empresa que dirigiu por muitos anos, sem falar em 2010, quando foi candidato a vice-governador na chapa de Ronaldo Lessa (PDT) que perdeu para o tucano Teotonio Vilela Filho.

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