Durante encontro promovido pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), no Hotel Ponta Verde, em Maceió, na tarde desta sexta-feira (13), o ex-ministro do trabalho e presidente nacional do PDT, Carlos Lupi expôs a pré-candidatos alagoanos sua experiência na vida política, ressaltando que esse era um momento de preparação para as eleições de outubro.
O ex-governador e presidente estadual do partido, Ronaldo Lessa, afirmou que o evento seria importante para que os pré-candidatos começassem a pensar em seus projetos políticos, ficando cada vez mais preparados e lembrou que essa era a primeira vez que Lupi vinha a Maceió depois de sair do Ministério. O vereador Paulo Corintho estava entre os presentes.
Lupi aproveitou a oportunidade para ressaltar a pré-candidatura à prefeitura de Maceió de Ronaldo Lessa. O ex-ministro disse que o ex-governador era uma referência no Estado e ainda, que ele [Lessa] não havia perdido as últimas eleições e sim, adiado sua vitória, lembrando da persistência do ex-presidente Lula, até ser eleito.
“O PDT é um partido que tem uma história que se confunde com a luta dos trabalhadores. Além de criar o partido, Getúlio Vargas foi quem deu as mulheres o direito de votar e serem votadas e garantiu direitos trabalhistas quando foi presidente. Lessa se manteve em pé e vai ser prefeito queiram ou não, e logo voltará a ser governador”, destacou Lupi.
O ex-ministro citou sua história de vida para incentivar os pré-candidatos, principalmente aqueles do interior do Estado, contando que sua avó e a mãe conseguiram criá-lo, mesmo não tendo muitos recursos financeiros.
“As pessoas têm que acreditar na própria vitória. Quem não aprende a perder não está pronto para ela. Mesmo vindo de família humilde consegui cursar a universidade e ter uma trajetória política. Estou há 32 anos no mesmo partido, sei que é mais difícil se candidatar a vereador, tem que ir em casa rua, por isso os candidatos a prefeito tem que puxar”, afirmou.
Carlos Lupi disse ainda, que Lessa teve coragem de desafiar o Poder Judiciário, que seria intocável, se referindo a processos movidos contra o ex-governador por magistrados, em sua maioria, por injúria e difamação.
“O que acontece quando um juiz condena um inocente? Não existe um sistema de punição para um magistrado. Como alguém que não é votado pode decidir se um política deve tomar posse?A mão limpa é fácil, é só passar sabonete, quero ver a mente”, ressaltou.













