Os corpos encontrados carbonizados no município de Craíbas continuam sem identificação, mas a possibilidade das vítimas serem oriundas de outros Estados começa a fazer sentido, uma vez, que um grupo da cidade de Floresta, interior pernambucano, procurou o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca para tentar reconhecer os corpos.

Durante a tarde da última segunda-feira, algumas pessoas estiveram na sede do instituto afirmando serem do município de Floresta, interior pernambucano, para tentar o reconhecimento dos corpos, já que possuem familiares desaparecidos.

No entanto, o estado de decomposição e carbonização dos corpos não permitiu que o reconhecimento fosse feito, nem pela arcada dentária. Sendo assim, o próximo passo para reconhecimento dos corpos, será um exame de DNA.

Os possíveis familiares devem retornar ainda esta semana à cidade de Arapiraca, para tentarem reconhecer novamente as vítimas. Isso deve acontecer na próxima quinta-feira, com a presença do diretor do IML de Arapiraca, Silvio Nunes e o delegado responsável pelo caso, Fernando Lustosa.

O CadaMinuto entrou em contato com o delegado, que confirmou a necessidade de exame de DNA para que os corpos fossem devidamente reconhecidos. Floresta, município pernambucano que pode ser a origem das vítimas, é localizada na região conhecida como “Polígono da Maconha”. As primeiras investigações feitas no local, levam a crer que o crime tenha sido uma “queima de arquivo”.