Assim como acontecia com Carlos Lupi, o secretário-geral do PDT está lotado na liderança do partido, mas quase não fica lá. Norma interna proíbe que o trabalho fora das dependências da Casa. Manoel Dias ganha R$ 12 mil mensais.

Considerado o número dois na hierarquia pedetista, o secretário-geral do PDT, Manoel Dias, destacou-se nos últimos meses como um dos principais líderes da “tropa de choque” que tentou, em vão, manter no cargo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente licenciado da legenda.

Além da inabalável parceria partidária, os dois têm uma outra coisa em comum: recebiam salário da Câmara enquanto cumpriam exclusivamente atividades partidárias.