Familiares de Bruno Mendonça de Carvalho, 28, preso na manhã desta sexta-feira (11), no distrito Pescaria, afirmam não ter sido ele o assassino de seu pai Leoney Barros de Carvalho, ocorrido ontem.
Rosa Mendonça (foto) , a mãe, e os irmãos de Bruno, garantem que ele estava dentro de casa quando ouviu os estampidos e saiu correndo com o amigo Fábio da Silva Barros, 27, e se depararam com a vítima agonizando. Em seguida, teriam iniciado perseguição aos assassinos, que na sua versão, estariam em um Fiat Uno de cor prata.
O advogado contratado pela família para defender Bruno, solicitou celeridade no resultado do exame residuográfico feitona Central de Polícia. Somente o exame irá detectar se Bruno fez ou não os disparos contra o pai. Já que quando alguém efetua disparos, restos de pólvora ficam impregnados nas mãos. Para a família será a prova cabal da inocência de Bruno.
O caso
Bruno Mendonça de Carvalho, 28 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (11), sob a acusação de assassinar o próprio pai, Leoney Barros de Carvalho, 53 anos, cunhado da prefeita da Barra de Santo Antônio, Maria Cícera Casado (Ciçou).
O crime foi cometido no Distrito de Pescaria, Litoral Norte, e segundo o delegado Aydes Ponciano, ele - que foi autuado em flagrante por homicídio qualificado - é o principal suspeito de efetuar os disparos.
Bruno foi preso depois que uma testemunha afirmou para a Polícia Militar e reforçou para a Polícia Civil (PC), que o viu efetuando os disparos e se evadindo em uma moto. Em depoimento ao delegado Aydes Ponciano, Bruno negou as acusações.
