O anúncio do Decreto de Emergência na Educação, por parte do governador de Alagoas Teotonio Vilela Filho (PSDB), gerou diversas críticas durante a sessão ordinária desta quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa de Alagoas. Com o decreto, a pasta de Educação terá, a princípio, a garantia e carta branca para gastar R$ 40 milhões na reforma de escolas.
Para os deputados Judson Cabral (PT), Olavo Calheiros (PMDB) e Isnlado Bulhões (PDT), é questionável, ao menos, a possibilidade de se ‘gastar’ milhões de forma emergencial dispensando a licitação. “Não podemos aceitar isso de forma passiva. É papel do parlamentar indagar e cobrar maiores esclarecimentos sobre o decreto”, colocou Bulhões, classificando como absurda a posição do governo de Alagoas.
Já para Olavo Calheiros (PMDB) é estranho que Estado tenho ‘descoberto a falência da educação após cinco anos’. “O governador se cerca de incompetentes e olha no que resulta, a educação em completo caos, alem das outras áreas. A máscara do governador começou a cair”, afirmou.
Calheiros foi mais além e fez uma revelação sobre a gestão Téo Vilela. “Não importa a pasta, a corrupção está alastrada em toda gestão tucana, ou seja, Alagoas está mergulhada na corrupção”, garantiu, lamentando também a demora das obras da reconstrução das cidades atingidas pelas enchentes do ano passado.
Pauta
O único item da pauta que foi votado, em Sessão extraordinária, foi a indicação do nome do auditor concursado Anselmo Brito, para compor o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Estiveram presentes 19 deputados e todos aprovaram Brito para a Corte de Contas do Estado.
Após a proclamação do resultado, Gilvan Barros (PSDB) levantou uma Questão de Ordem e enalteceu a postura do novo conselheiro indicado pelo governador Teotonio Vilela Filho.Calheiros também cumprimentou o novo conselheiro, seguido pelo presidente Fernando Toledo (PSDB).
