Durante audiência com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, nesta quinta-feira (11), o senador Benedito de Lira (PP/AL) solicitou um especial atenção para o estado de Alagoas. O parlamentar alagoano pediu a interversão da Ministra na liberação de recursos para as obras da AL 101, entre Maceió e a Barra de São Miguel, e para o trecho que liga as cidades de Passos de Camaragibe a Matriz de Camaragibe.

Benedito de Lira solicitou também o apoio da ministra para a participação do estaleiro EISA ALAGOAS no processo licitatório sinalizado pela Petrobrás para a construção e o afretamento de 21 sondas marítimas de perfuração. “Todas as avaliações sobre a viabilidade econômica e a sustentabilidade ambiental do empreendimento já foram atestadas pelos órgãos competentes. O estaleiro reúne plenas condições para participar do processo licitatório e o povo de Alagoas aguarda com entusiasmos a consolidação de um polo da indústria naval na região de Coruripe, que vai gerar emprego e renda”, declarou.

Outro ponto abordado pelo senador foi a qualificação dos jovens de Alagoas que trabalham com o turismo na região. Segundo Benedito de Lira, a melhoria nos serviços disponibilizados aos turistas além de aumentar a renda daqueles profissionais vai gerar mais recursos para o Estado.

Benedito de Lira procurou tratar também da mudança do indexador da dívida do estado de Alagoas com a União. “Hoje, Alagoas tem um saldo devedor da ordem de aproximadamente de R$ 6 bilhões, sendo que tem pagado todos os meses, o que foi estabelecido pelo contrato assinado à época do refinanciamento da dívida. Para o Brasil, R$ 40 milhões não representam tanta coisa, mas, para Alagoas esse valor sangrado da sua economia é um desastre. O Governo Federal precisa achar uma solução rápida para o problema, pois o indexador é claramente um desequilíbrio, já que os Estados não conseguem amortizar as dívidas”, declarou.

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann se comprometeu em ajudar no que for possível, pois está empenhada em resolver o problema econômico do Estado e assim, poder diminuir a desigualdade social na região.