O prefeito de Jacuípe, Amaro Jorge, vai procurar o governador Teotônio Vilela para comunicar que o presidente da Serveal está se negando a realizar a avaliação da área onde serão construídos os prédios públicos condenados pela Defesa Civil. Segundo o prefeito, essa atitude vai prejudicar o município e principalmente os alunos que estão tendo aulas em um ginásio, de forma improvisada.

As obras estão paradas em Jacuípe desde que a Justiça determinou a intimação do proprietário da área, que será desapropriada. O dono da terra deverá prestar esclarecimento sobre o valor da avaliação realizada pela Serveal. O hectare da área ficou em R$ 31 mil, quando o valor na região não passa dos R$ 6 mil.

O promotor de justiça de Porto Calvo, Sérgio Simões, disse que a obra não foi embargada e que a desapropriação deveria ter sido realizada e as constuções iniciadas, ao mesmo tempo, que se apura como a Serveal chegou a esse valor do hectare em Jacuípe.

O prefeito disse que a Serveal está condicionando a avaliação dessa nova área à solução na Justiça da primeira realizada. Segundo Amaro Jorge essa condicionante é um absurdo e que não entende porque as obras estão paradas em Jacuípe, já que não existe nenhum impedimento para iniciar a reconstrução da cidade.