Os próximos dias serão decisivos dentro do governo para a escolha do candidato a presidência da Assembleia que contará com o apoio do governador Teotônio Vilela, apesar de ter sido “vazado” para a imprensa que o governador apoiaria a reeleição de Fernando Toledo isto ainda não está definido.
Os aliados do governador receberam o recado de que ele aguarda até o fim desta semana que todos se unam por um nome, e disse diretamente a Toledo que não aceita uma Mesa Diretora formada por adversários políticos, no caso Marcelo Victor e Jota Cavalcante, o que foi interpretado como apoio a Toledo.
Nesta legislatura o governo quer ficar menos suscetível as “pressões” da Assembléia e o atraso na formação do segundo escalão foi causado justamente pelo “estudo” do quadro político no Poder Legislativo.
Téo não gostou nenhum pouco do pedido de determinados “aliados” que incluíram o Detran e a Policia Militar nas negociações por apoio na eleição da Assembléia, o que para o governador é inegociável.
Outro problema que deverá ser definido esta semana é sobre o aumento do duodécimo da Casa,o governo pretende não dar um centavo a mais que os 119,5 milhões repassados para 2010, mas os deputados pressionaram Fernando Toledo a arrancar os 126 milhões.
O crescimento da candidatura de Isnaldo Bulhões para a presidência, em uma articulação que envolve integrantes do Tribunal de Contas e do Poder Judiciário também serviu para ser ligado o sinal de alerta no Palácio.
“A sociedade clama uma postura mais forte do governador em relação a Assembléia e não há como dar aumento sem uma postura “transparente” da Casa” explicou um assessor próximo do governador que duvida que ele conceda o aumento,mas em política...
