As equipes que trabalham na região do acidente aéreo ocorrido em Cuba terminaram o resgate dos corpos das 68 vítimas, que foram transferidas ao instituto médico legal de Havana para a identificação, informaram neste sábado meios de comunicação oficiais e fontes diplomáticas.

Um médico legista afirmou ao jornal "Escambray" de Sancti Spíritus, província onde ocorreu o acidente, que como os corpos foram carbonizados, sua identificação pode ser difícil.

O acidente provocou a morte de 40 cubanos e 28 estrangeiros de dez nacionalidades na quinta-feira. O avião no qual viajavam de Santiago de Cuba a Havana explodiu por causas ainda desconhecidas em uma área rural da província de Sancti Spíritus, cerca de 400 quilômetros ao sudeste de Havana.

Após finalizar o resgate dos corpos, eles foram transferidos ao instituto médico legal.

Embaixadas consultadas pela Agência Efe afirmaram neste sábado que estão à espera de informações para coordenar com seus países os trâmites para trasladar os corpos de seus cidadãos que morreram no desastre.

Na aeronave da companhia "Aerocaribbean", viajavam nove argentinos, sete mexicanos, três holandeses, dois alemães, dois australianos (que a princípio tinham sido identificados como austríacos), um francês, um italiano, um japonês, um venezuelano e um espanhol.