Glória e Cleo Pires são a prova definitiva de que talento é algo que pode, sim, passar de mãe para filha. As duas, desde criança, mostram que nasceram com o brilho das estrelas.
O VÍDEO SHOW decifrou o código genético e artístico de Glória e Cleo na Linha do Tempo, onde uma enumerou - e "babou" - os trabalhos da outra.
"Estou em desvantagem porque quando nasci minha mãe já tinha 10 anos de carreira. Seu primeiro grande sucesso foi em 1978, em Dancin' Days. Em 1979 ela interpretou sua primeira protagonista, em Cabocla, onde fez par romântico com quem? Meu pai, Fábio Junior (risos). Mas foi em 1988 que ela fez uma novela que parou o país: quem não lembra da Maria de Fátima de Vale Tudo?", indagou Cleo.
Glória não deixou por menos, e botou a filha nas alturas. "Eu te vejo como uma grande atriz, e isso não tem nada a ver com o fato de eu ser sua mãe. Em 1994, com 12 anos, a Cleo interpretou a Maria Moura ainda criança, na minissérie homônina, e eu quase morri de orgulho", conta Glória, sem esquecer do primeiro sucesso da filhota:
"A Cleo conquistou muitos corações em América, sua primeira novela, em que fez a Lurdinha junto com o tio Glauco (Edson Celulari). A gente se divertia muito em casa (risos). Agora, para matar a mãe de orgulho, ela está fazendo sua primeira protagonista em Araguaia".
