Em apenas três dias, a sequência da história do Capitão Nascimento já arrecadou quase R$ 14 milhões.

 

O filme virou tema de conversas por todo o país. O comentarista João Paulo Cuenca analisa como o filme se tornou um acotnecimento cinematográfico e revela que não gostou do primeiro Tropa de Elite.

  André Ramiro chorou após gravar morte de Mathias

O antigo Sr. 05 subiu de posto e se tornou comandante do Bope. Mas, como o osso é duro de roer, o agora capitão Mathias (André Ramiro) não tem muito o que comemorar em “Tropa de elite 2”. Segredo guardado a sete chaves até a semana passada, quando o filme estreou em 636 salas em todo o Brasil, o personagem é assassinado com um tiro nas costas. A notícia é triste, mas o ator enfim pode respirar aliviado.

— Posso falar sobre isso? — perguntou um tenso Ramiro a um assessor da produção, ao ser questionado sobre o desfecho do personagem, logo após a pré-estreia do longa, em Paulínia (SP): — Antes das filmagens, rolou uma dúvida sobre se ele morreria ou não. Eu entreguei nas mãos do José Padilha (diretor e roteirista) e do Bráulio (Mantovani, roteirista), que, mais do que ninguém, sabiam o que estavam fazendo — respondeu o ator ao EXTRA logo depois de confirmar que não poderia mais fugir do assunto.

Chororô na despedida

Ramiro, que além de ator é cantor de rap, já começou as filmagens sabendo que Mathias seria assassinado, mas a ficha demorou a cair:

— Só na hora de fazer a morte dele que eu senti realmente que isso ia acontecer.

A emoção rolou solta ao rodar a sequência:

— Quando levantei do chão (após cair morto, interpretando a cena) comecei a chorar. Pensava: “Putz, mataram o Mathias”. Foi meu primeiro personagem, que me lançou como ator. Mas ele teve um desfecho maravilhoso, cumpriu a missão que tinha.

Farda azul

Mathias começa “Tropa de elite 2” como capitão e comandante do Bope. Mas uma operação malsucedida o faz voltar para a PM tradicional. Ele só recupera o título de caveira depois que o policial militar e miliciano Rocha (Sandro Rocha) o chama para comandar uma invasão a uma comunidade, mas sem, claro, revelar que se trata de uma ação milician