Mesmo ainda podendo haver mudanças em sua composição, a “nova” Assembléia Legislativa já começa a enxergar uma movimentação para saber quem será o seu próximo presidente.
Cinco nomes surgem com força para presidir a Casa a partir de fevereiro próximo, e a escolha do próximo governador acaba influindo diretamente neste processo já que normalmente o Palácio dos palmares inclui diretamente nas articulações que envolvem este nome.
Caso o candidato Ronaldo Lessa vença o pleito o grande favorito para assumir a presidência da casa passa a ser Isnaldo Bulhões, do PDT que teve 44 mil votos e parte para o seu terceiro mandato.
Já se o vitorioso for Teotônio Vilela é certo que desta vez o governo vai participar mais ativamente da formação de uma base de apoio na Casa de Tavares Bastos para que não aconteça como este ano onde o governo tinha que negociar por cada aprovação desejada.
Inácio Loyola, eleito com 38 mil votos agrada o Palácio, mas o fato dele estar em seu primeiro mandato pode atrapalhar um pouco e daí surge o nome de Gilvan Barros, que já tem experiência na participação da Mesa Diretora e foi poupado na Operação Taturana.
Dois outros nomes surgem ainda no processo, o de Antonio Albuquerque, que deverá lutar para voltar ao cargo, ou pelo menos ter uma vaga de destaque na formação da Mesa diretora e o de Marcos Barbosa, que pode surgir como uma opção graças a sua experiência e bom trânsito entre todos os grupos que se formarão na Casa.
É certo que a movimentação já começou e pelo menos dois dos novos parlamentares já receberam telefonemas de um dos pretendentes buscando marcar reuniões para “discutir” a questão, mas tudo passa pela escolha do novo governador de Alagoa e em se tratando de Assembléia as surpresas sempre podem acontecer.
