Dez militares mauritanos morreram nos combates com membros da Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI) travados na sexta-feiar no norte de Mali, informou neste sábado uma fonte da segurança argelina na região.
Soldados da Mauritânia lutaram contra militantes do braço da Al-Qaeda no norte da África, grupo suspeito de ter sequestrado cinco trabalhadores franceses e dois africanos no Mali, informaram, por sua vez, fontes da segurança da Mauritânia e do Mali à AFP.
"Os confrontos começaram na fronteira entre Mali e Mauritânia, mas se deslocaram para o território de Hassissidi, no Mali, em torno de 100 quilômetros ao norte de Timuktu", informou uma fonte de segurança do Mali.
"Nós estamos atualmente no território do Mali e empreendemos total combate", adicionou uma fonte de segurança da Mauritânia.
Na madrugada de quinta-feira, homens armados sequestraram um funcionário do grupo nuclear francês Areva e sua mulher, ambos franceses, e cinco outros, incluindo um togolês e um de Madagascar, que trabalhava em uma mina de urânio em Niger.
No último dia 22 de julho, uma operação militar de França e Mauritânia foi lançada contra uma base da Al-Qaeda do Magreb Islâmico (AQMI), no norte do Mali, e sete homens do grupo islamita foram mortos nos combates.