A prestação parcial de contas, divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – no último fim de semana -, das campanhas eleitorais ainda continua dando o que falar em Alagoas. A última informação a ganhar amplitude nacional foi a doação particular de Fernando Collor de Melo (PDT) à sua campanha, rumo ao Governo de Alagoas. Segundo relatório o montante foi de R$ 650 mil.

As primeiras informações apontam que isso só aconteceu porque as doações de pessoas físicas ou jurídicas ainda não foram liberadas, na conta do candidato. Até agora, entre as despesas declaradas, a campanha de Collor gastou R$ 55 mil em publicidade impressa e R$ 16 mil em carros de som. No total, foram gastos R$ 87,59 mil. Ainda não foram contabilizados os gastos com transporte.

O governador Teotonio Vilela (PSDB), que disputa a reeleição, arrecadou R$ 1,55 milhão, mais que o dobro do declarado por Collor. A maior parte da caixa de campanha do tucano (R$ 1,05 milhão) veio de doações de pessoas físicas. O Téo disse ter recebido também R$ 500 mil de partido político.

Na prestação de contas parcial, os candidatos não discriminam quem são os doadores ou fornecedores. É declarado apenas o volume de recursos arrecadado e gasto.

A campanha de Vilela, segundo sua prestação de contas, gastou quase o total arrecadado: R$ 1,49 milhão.

O ex-governador Ronaldo Lessa (PDT), que também disputa o governo de Alagoas e disse ter arrecadado R$ 1.007.126,10 até o início de agosto. Gastou exatos R$ 1.007.126,10. Os recursos vieram de seu comitê eleitoral, que por sua vez, recebeu recursos do partido.