A defesa do goleiro Bruno vai contratar o serviço de peritos particulares, médicos legistas e delegados aposentados para que o trabalho apresentado nas investigações da Polícia Civil mineira seja analisado. O advogado do atleta, Ércio Quaresma, informou que vai viajar com sua equipe para Brasília, na próxima segunda-feira, e entrar com uma medida judicial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar o direito de ter acesso ao inquérito policial.
"Nós precisamos ter acesso ao inquérito para saber se tudo foi feito de forma correta", disse o advogado de Bruno, referindo-se ao trabalho da Polícia Civil mineira.

Ainda de acordo com o advogado, ninguém no Departamento de Investigações de Belo Horizonte o informou por que não estava tendo acesso ao inquérito.

O advogado Rodrigo Braga, que defende o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Neném, também reclamou neste sábado sobre o fato de não ter tido acesso ao inquérito policial.

"Existem muitas contradições nesse caso por que a polícia está se baseando no depoimento de um menor. Está tudo muito nebuloso nessas investigações. O acusado tem o direito de saber do que está sendo acusado para poder se defender", concluiu Rodrigo Braga.