O cenário é de guerra. Para os moradores de Branquinha, em Alagoas, a sensação é de que o local foi devastado e que a cidade desapareceu do mapa. Os problemas enfrentados pela população local vão mais além da falta de água, energia. O momento agora, é reconstruir, e segundo a prefeita, Renata Moraes, começar do zero.

Todas as escolas foram destruídas, prédios públicos, como prefeitura, secretarias, já não existem mais. Tudo foi levado pela força das águas, na maior e mais trágica cheia que atingiu a população.

A cidade foi uma das mais afetadas com o temporal. A população, que tenta voltar com a rotina, ainda traz no semblante o sofrimento de quem perdeu tudo ou está em busca de parentes desaparecidos. Em Alagoas, segundo dados do último boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual, 607 pessoas estão sem localização. Um fator a mais para angustiar as vítimas das enchentes.

Em fotos, dá pra se ter uma noção maior dos danos causados pela enxurrada. As imagens são impressionantes. O prédio onde funcionava a biblioteca da cidade já não existe mais. Ficou completamente destruído.

Na sede do Sesi, o prédio veio abaixo. Agora, muitos entulhos se acumulam no local. O prejuízo ainda não foi calculado. A rodoviária de Branquinha já não existe mais.

Com G1