Operação do Batalhão Ambiental coíbe pesca predatória

Redação|

Durante toda a manhã desta sexta-feira (07) policiais militares do Batalhão de Polícia Ambiental, fiscais e biólogos do Instituto do Meio Ambiente e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente participaram de uma operação no estuário lagunar Mundaú-Manguaba.

A ação conjunta teve como objetivo a repressão da pesca predatória e a educação ambiental em colônias de pescadores da região, conscientizando os profissionais sobre as sanções penais e administrativas previstas e dos prejuízos que a prática ilegal pode causar a eles.

Ao todo, participaram da operação quatro lanchas e dez policiais militares do BPA. O presidente do IMA, Adriano Jorge, o comandante-geral da PM, coronel Dalmo Sena e o comandante do BPA, tenente-coronel Maxuell Santos também acompanharam a operação.

Na noite de ontem, policiais do BPA apreenderam cinco candangos próximo ao povoado de Barra Nova, município de Marechal Deodoro. Ao todo, somente neste ano, 34 candangos foram apreendidos. Também ontem, o BPA apreendeu 100 pássaros silvestres em Penedo e 1 jacaré, em Palmeira dos Índios.

O uso de candango, que é uma rede muito fina usada para a pesca predatória, é proibido por lei. O inciso II do artigo 34 da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais) define que a pesca em quantidades superiores às permitidas, ou mediante a utilização de aparelhos, petrechos, técnicas e métodos não permitidos acarreta em pena de detenção de um ano a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.

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