Durante os seis dias de folia, a Secretaria municipal de Saúde registrou 2.099 atendimentos e 47 remoções nos oito postos de saúde que foram colocados à disposição da população no Sambódromo. As principais causas de atendimento foram por hipertensão, cefaléia e entorses. E os casos mais graves foram suspeita de infarto, acidente vascular cerebral, queimadura e traumatismo craniano.

O maior movimento nos postos aconteceu na segunda-feira (15), com 553 atendimentos e 13 remoções.

 

No desfile das escolas de samba campeãs do Carnaval carioca, os postos atenderam 444 pessoas com sete remoções para os hospitais municipais. Dois homens foram levados para o Miguel Couto, no Leblon, na Zona Sul. Um deles, de 28 anos, tinha um corte profundo no joelho esquerdo, e outro, de 51 anos, torceu o tornozelo direito.

Já o Hospital Souza Aguiar, no Centro, recebeu um homem de 64 com suspeita de infarto e uma mulher de 50 anos com crise hipertensiva.


Além disso, duas mulheres, uma de 28 e outra de 22 anos, tiveram intoxicação alcoólica e também precisaram ser hospitalizadas. Para o Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte, foi levado um homem de 50 anos com pressão alta.

Ao todo, 145 profissionais de saúde estiveram de plantão na passarela do samba e 18 ambulâncias UTIs permaneceram no local para realizar as remoções.