A Fundação José Sarney, que abriga o acervo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), seria alvo de um ação civil movida pelo Ministério Público Estadual pelo uso indevido de R$ 960 mil repassados pelo estado do Maranhão em 2004, segundo o jornal Estado de S.Paulo.
Os promotores alegam que a fundação recebeu verbas da área de cultura para conservar, divulgar e expôr acervo, mas usou os recursos para custear despesas administrativas, como pagamento de pessoal e manutenção da entidade.
Segundo o jornal, o Ministério Público quer que a Fundação devolva o dinheiro e pediu que os bens da entidade sejam decretados como indisponíveis. A extinção da entidade poderia dificultar o ressarcimento. Além das despesas, a Fundação teria utilizado R$ 270 mil para custear o pagamento de empregados da Escola de Música, uma entidade que não tinha relação com o convênio. Entre as despesas custeadas de forma irregular, estão contas de telefone, água e energie elétrica de R$ 211 mil e despesas de remuneração de pessoal no valor de R$ 386 mil.