A colunista social Jandira Leão foi sepultada nesta segunda-feira (28), no Cemitério XII, em Arapiraca. A colunista que tinha 66 anos e morreu vítima de um câncer de mama, no qual vinha lutando há vários anos.

O corpo foi velado no Plenário da Câmara Municipal de Arapiraca. Políticos, empresários, professores e outros representantes da sociedade, compareceram durante toda à tarde de domingo e segunda-feira ao velório da jornalista, onde deram o último adeus.

O cortejo foi feito em carro aberto pelo Corpo de Bombeiros de Arapiraca. Ainda durante o velório, antes da celebração da Missa de Corpo Presente, pelo Monsenhor Raimundo, grupos musicais fizeram apresentações interpretando às músicas que ela mais gostava.

O momento mais emocionante aconteceu no cemitério, onde o esposo de Jandira, o advogado Eber Gomes, pediu um violão e cantou algumas músicas. “Neste momento de tanta tristeza, vamos transformá-los em alegria, atendendo um próprio desejo de Jandira, de que quando morresse, antes de ser enterrada, queria muita música e alegria”, desabafou Éber Gomes.

Jandira Leão, componente da tradicional família Leão, foi casada com o advogado Eber Gomes de Oliveira, com quem teve duas filhas, Larissa Leão e Laíza Leão. Ela teve no campo social, uma participação marcante, não apenas em Arapiraca, mas em todo o estado de Alagoas, onde atuou na imprensa falada na antiga Antena de Publicidade, em Arapiraca, sob o comando do radialista J. Sá. Trabalhou como colunista social nos jornais.