Aposentando os bloquinhos de anotação e os tradicionais sistemas de divulgação de resultados, os operadores do jogo do bicho em São Paulo digitalizaram o negócio. Foi-se o tempo em que, sentados em cadeiras nos cantos de bares, os funcionários dessa loteria ilegal anotavam apostas e distribuíam o número dos animais sorteados em pequenos pedaços de papel escritos com caneta.

Hoje, como a reportagem do UOL Notícias comprovou em vários pontos da cidade, os contraventores estão usando um sistema que lembra o utilizado em restaurantes para o pagamento de refeições com cartões de débito e crédito. Como visto, assim que o cliente chega com sua aposta, prontamente o anotador passa a digitar os números dos animais escolhidos no terminal eletrônico, chamado de POS (ponto de venda, da sigla em inglês).

Em instantes, a engenhoca computa os dados e imprime, automaticamente, o recibo do jogo feito. Nesse comprovante, está escrito o nome do grupo - como "Juruna", "Gentil" ou "Paulinho", exemplos dos casos vivenciados - e outras informações, como "reclamações, 3 dias" e frases codificadas como "Mc cotadas 2008", além do valor total da "fezinha".

Pelo o que os funcionários da loteria criminosa informaram ao repórter - sem saber que estavam sendo entrevistados -, todas as informações das apostas são enviadas, via "satélite ou telefone", para uma central, em que os cabeças do jogo do bicho na cidade montam um banco de dados para servir de garantia na hora de conferir e pagar os ganhadores.

Hoje, como a reportagem do UOL Notícias comprovou em vários pontos da cidade, os contraventores estão usando um sistema que lembra o utilizado em restaurantes para o pagamento de refeições com cartões de débito e crédito. Como visto, assim que o cliente chega com sua aposta, prontamente o anotador passa a digitar os números dos animais escolhidos no terminal eletrônico, chamado de POS (ponto de venda, da sigla em inglês).

Em instantes, a engenhoca computa os dados e imprime, automaticamente, o recibo do jogo feito. Nesse comprovante, está escrito o nome do grupo - como "Juruna", "Gentil" ou "Paulinho", exemplos dos casos vivenciados - e outras informações, como "reclamações, 3 dias" e frases codificadas como "Mc cotadas 2008", além do valor total da "fezinha".

Pelo o que os funcionários da loteria criminosa informaram ao repórter - sem saber que estavam sendo entrevistados -, todas as informações das apostas são enviadas, via "satélite ou telefone", para uma central, em que os cabeças do jogo do bicho na cidade montam um banco de dados para servir de garantia na hora de conferir e pagar os ganhadores.