Alunas do curso de ballet clássico do Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte) e seus familiares viveram momentos de emoção no fim de semana, durante as apresentações do espetáculo “A Bailarina de Cristal”, no Teatro do Marista.
Ao som de Tchaikovsky, Brahms, Rossini, Strauss, Bizet, Gounod, Chopin e Mozart, um espantalho apaixonado pela bailarina de cristal, bruxinhas, andorinhas, sementinhas, minhocas, vagalumes, borboletas, o sol, a lua, a chuva e a brisa deram vida à montagem infanto-juvenil de Rita Blasilis, adaptada pela coreógrafa Josilda (Jô) Lopes, diretora do espetáculo.
Durante a abertura do evento, o secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas, também agradeceu o empenho dos pais e de toda a equipe do Cenarte e garantiu que o excelente trabalho desenvolvido terá continuidade e todo o apoio necessário da Secult.
No palco, a estudante de Direito Roseane Barbosa tinha um motivo a mais para se emocionar. Há exatos dez anos, havia interpretado Ana Elisa, a bailarina de cristal, pela primeira vez. “Estou com 22 anos, já no ensino superior, e, desde os sete, freqüento as aulas de ballet do Cenarte. Portanto, este espetáculo tem um gosto muito especial”, comemorou Roseane.
Emoção também para Gilson Nascimento e Márcia Rodrigues, pais de Edleuza Rodrigues, de 12 anos, desde os seis, aluna do Cenarte. “Estou vindo pela primeira vez e estou achando tudo muito bonito”, resumiu Gilson.
Além dos grupos e solos de ballet clássico, coreografados pelos professores Luiz Carlos, Rosália Souza, Jacqueline Viviane e Jô Lopes, alunas do jazz, das professoras Verônica e Marcela Inojosa; e de dança afro, do professor Edu Passos, também tiveram participação especial no espetáculo.
“Em nome do corpo de professores, agradecemos o apoio dos familiares de nossas alunas, principalmente a Eliene, Sandra, Márcia e Irene, integrantes da Comissão de Mães, que buscaram e conseguiram o apoio da Secretaria de Estado da Cultura e da direção do Cenarte, não só para realização deste espetáculo, mas também para a continuidade do nosso curso”, destacou a professora Jô Lopes.