Após fazer com sucesso uma operação para extrair um tumor e um tratamento de quimioterapia, Giselle foi informada no final de 2008 que o câncer tinha se espalhado para o fígado, por isso terá que se submeter a outra cirurgia, programada para a próxima terça-feira.
Em sua carta de rejeição à solicitação dos pais, o ministério afirma que não pode lhes conceder o direito de permanecer no Reino Unido por razões "compassivas" - neste caso, para cuidar da doente -, porque a jovem já conta com o esposo Jeff, apesar de este ter que trabalhar para manter a família.
Segundo o ministério, a parte da lei que permite prolongar a estadia por essas razões "não foi pensada para permitir que pessoas cuidem das crianças do parente doente".
Em declarações ao jornal, Giselle disse estar "devastada" com a decisão das autoridades, e explica que seus pais foram um grande apoio "prático e emocional" nos últimos meses, ao cuidar dela "incondicionalmente durante as 24 horas".
"Com tanta incerteza sobre meu futuro, e sem saber se vou poder cuidar de meu bebê, sem eles estaria perdida", afirma a jovem, que indica que os pais não querem ficar no país de forma permanente, mas apenas "mais alguns meses".