Professores do município de Belém, no Agreste alagoano, distante de Maceió a aproximadamente 100 quilômetros, reclamam da falta de diálogo por parte da prefeita Valéria Brandão e o cumprimento férias e do décimo-terceiro Salário.
Segundo o vereador do PT Mário Alcino, há 21 dias que os professores tentam conversar com a prefeita e ela não recebe as lideranças. Por esse motivo, nesta terça-feira, 9, haverá uma mobilização, às 9h, em frente a sede da prefeitura para cobrar o cumprimento da lei.
”A prefeita não tem diálogo e não cumpre com o teto estabelecido pelo governo federal, não paga as férias, nem o rateio que os professores têm direito. Ela está em dia com os salários, mas falta, além das férias dos servidores, o décimo-terceiro”, conta Mário.
Outra queixa do vereador de Belém é que foi criado o PrevBelém, um fundo de previdência para os funcionários; a prefeitura desconta mas não repassa e não existe prestação de contas. Segundo o vereador, isso gera um problema quando o funcionário for se aposentar.
“A prefeita ofereceu 18% de reajuste, mas os funcionários querem que ela cumpra a lei e pague o décimo e as férias. Além disso, ela cortou transporte dos professores para a faculdade de Palmeira dos Índios e não há preocupação com a educação”, denuncia Mário Alcino.
Segundo o vereador do PT Mário Alcino, há 21 dias que os professores tentam conversar com a prefeita e ela não recebe as lideranças. Por esse motivo, nesta terça-feira, 9, haverá uma mobilização, às 9h, em frente a sede da prefeitura para cobrar o cumprimento da lei.
”A prefeita não tem diálogo e não cumpre com o teto estabelecido pelo governo federal, não paga as férias, nem o rateio que os professores têm direito. Ela está em dia com os salários, mas falta, além das férias dos servidores, o décimo-terceiro”, conta Mário.
Outra queixa do vereador de Belém é que foi criado o PrevBelém, um fundo de previdência para os funcionários; a prefeitura desconta mas não repassa e não existe prestação de contas. Segundo o vereador, isso gera um problema quando o funcionário for se aposentar.
“A prefeita ofereceu 18% de reajuste, mas os funcionários querem que ela cumpra a lei e pague o décimo e as férias. Além disso, ela cortou transporte dos professores para a faculdade de Palmeira dos Índios e não há preocupação com a educação”, denuncia Mário Alcino.