A Escola José Marcos da Rocha encontra-se com suas atividades suspensas pelo fato de estar abrigando dezenas de famílias que tiveram suas casas totalmente alagadas e que mesmo com a parada das chuvas, não baixou o nível das águas. Parte dessas famílias teve suas casas destruídas e não tem para onde ir.
A localidade mais atingida foi a Rua da Floresta, onde moradores que vivem da suinocultura(criação de porcos), foram obrigados a conviver com os animais devido às águas terem inundado os chiqueiros, ficando assim a mercê de varias doenças. Em varias partes do povoado o acesso só é possível através de barco e várias famílias estão ilhadas em suas casas. “Eu não vou abandonar minha casa, se eu sair quando voltar não vai ter nada dentro de casa”, fala dona Maria José.
O maior temor dos desabrigados é serem expulsos das instalações da escola, “teve aqui um pessoal da prefeitura e disse que na próxima semana tem que funcionar a escola e nós não temos pra onde ir”, relata um morador aflito.