Segundo Talita Brito, assessora de comunicação do DPT, só quando todos os corpos forem retirados dos escombros do bimotor turboélice, modelo King Air 350, e transladados para o IML de Salvador é que se fará a avaliação sobre o método que possibilitará a correta identificação dos corpos. "Como todas as vítimas foram carbonizadas, teremos primeiramente de avaliar em que estado os corpos chegarão ao IML, para depois decidirmos qual procedimento será possível ser aplicado", disse Talita.
Ela completa ainda que a escolha do método vai esbarrar ainda em outras dificuldades técnicas. "Para o (exame de) DNA, teremos de recolher material de outros membros das famílias (das vítimas). Se a opção for (pela avaliação da) arcada dentária, vamos precisar das fichas odontológicas das pessoas."
Não há previsão para o fim das operações de resgate dos corpos em Trancoso.