Cerca de 25 homens mascarados e armados com metralhadoras sequestraram duas pessoas que trabalham na organização humanitária Médicos Sem Fronteiras na Somália, informaram colegas dos reféns e testemunhas locais. Os capturados na região de Bakool, no centro do país, são um belga e um holandês que trabalham na seção somali da organização, disseram testemunhas.
Em outro incidente, homens armados e mascarados mataram um funcionário somali de outro centro humanitário na cidade de Merka, de acordo com testemunhas.
Os ataques contra organizações humanitárias na Somália, normalmente atribuídos a rebeldes islâmicos e a milícias ligadas a clãs, diminuíram a capacidade das agências para responder à crise humanitária que, para muitos, é a mais grave da África.
Em Bruxelas, a organização Médicos Sem Fronteiras afirmou que perdeu contato com uma equipe médica na região e que buscava mais informações.
"A equipe inclui dois membros estrangeiros, um belga e um holandês. Estamos entrando em contato com as famílias. Agora não podemos dar nomes," afirmaram em comunicado.
No outro incidente, em Merka, "Omar Sharif, que trabalhava para a Care International, foi baleado perto de uma mesquita. Homens armados e mascarados atiraram nele e ele morreu no local", disse Ahmed Hussein, morador de Merka, por telefone.
Um dos colegas de Sharif disse que combatentes do grupo al Shabaab, que segundo Washington está ligado à al Qaeda, proibiu a Care e outras agências de auxílio de trabalharem na região desde o fim de janeiro.
Em outro incidente, homens armados e mascarados mataram um funcionário somali de outro centro humanitário na cidade de Merka, de acordo com testemunhas.
Os ataques contra organizações humanitárias na Somália, normalmente atribuídos a rebeldes islâmicos e a milícias ligadas a clãs, diminuíram a capacidade das agências para responder à crise humanitária que, para muitos, é a mais grave da África.
Em Bruxelas, a organização Médicos Sem Fronteiras afirmou que perdeu contato com uma equipe médica na região e que buscava mais informações.
"A equipe inclui dois membros estrangeiros, um belga e um holandês. Estamos entrando em contato com as famílias. Agora não podemos dar nomes," afirmaram em comunicado.
No outro incidente, em Merka, "Omar Sharif, que trabalhava para a Care International, foi baleado perto de uma mesquita. Homens armados e mascarados atiraram nele e ele morreu no local", disse Ahmed Hussein, morador de Merka, por telefone.
Um dos colegas de Sharif disse que combatentes do grupo al Shabaab, que segundo Washington está ligado à al Qaeda, proibiu a Care e outras agências de auxílio de trabalharem na região desde o fim de janeiro.