Raízes da África

Secretário Rogério Teófilo é hora de articular a construção do acesso a Serra da Barriga.


A construção da estrada de acesso a Serra da Barriga está se constituído em uma verdadeira saga, com uma série de idas, retornos e explicações  mecânicas do estado.
Rogério Auto Teófilo tomou posse dia 01 de julho, como Secretário de Estado de Articulação Política e segundo suas próprias palavras o papel que irá desempenhar dentro do governo" é promover a interface/interlocução entre os agentes políticos e a sociedade civil organizada.”
De uma forma mais crassa diremos que articular é reunir para criar movimento, quebrar a estagnação.
Com a posse de Rogério, um homem político com fortes argumentações, acredito que teremos tempos mais fartos de negociações e soluções práticas, em relação a esse investimento étnico que faz séculos, espera.
Mesmo antes da posse Rogério Teófilo já se reuniu com o DER e a Caixa Econômica para desemperrar as distâncias exageradas que inviabilizam a trilha que nos leva direto a um dos mais significativos capítulos da história do Brasil.
Rogério Teófilo é um desses homens que traz consigo o diferencial de conjugar a ciência política como meio de ação para a percepção do bem estar social.
E a construção do acesso a Serra da Barriga, além do bem estar social de uma coletividade dará mobilidade a história da República das Alagoas, a negra, parida nos Quilombos dos Palmares.
Seja bem vindo, caríssimo Rogério Teófilo, a um novo campo de ação com sua entusiasmada visão estruturante das possibilidades, uma maneira estratégica de pensar respostas a complexas equações políticas.
Seja bem vindo aos caminhos que nos levam a Serra da Barriga, com o firme comprometimento de estabelecer um novo marco em sua história de conquistas: a pavimentação do acesso que nos transporta para a geografia da liberdade da Barriga da África, como diria Jorge de Lima, o poeta alagoano.
Secretário Rogério Teófilo é hora de articular a construção do acesso a Serra da Barriga.
A Serra da minha terra! A Serra patrimônio de um mundo todo e de todo mundo!
Axé!
 

"Aqui diferente da África somos civilizados (...)"

Com tantos atos flagrantes e constantes de demonstração do apartheid étnico ou da “raça superior” será o Brasil um país racista? Qual o real significado social do relato abaixo:


Professor manda estudante “voltar à África”.
Carta Abaixo Assinado
Nós, estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão/UFMA, matriculados na disciplina Cálculo Vetorial, informamos que o professor Cloves Saraiva vem sistematicamente agredindo nosso colega de turma Nuhu Ayuba humilhando-o na frente de todos os alunos da turma.
Na entrega da primeira nota o professor não anunciou a nota de nenhum outro aluno, apenas a de Nuhu, bradando em voz alta que “tirou uma péssima nota”; por mais de uma vez o professor interpelou nosso colega dizendo que deveria “voltar à África” e que deveria “clarear a sua cor”;em um outro trabalho de sala o professor não corrigiu se limitando a rasurar com a inscrição “está tudo errado” e ainda faz chacota com a pronúncia do nome do colega relacionando com o palavrão “no cu”; disse que o colega é péssimo aluno por que “somos de mundos diferentes” e que “aqui diferente da África somos civilizados” inclusive perguntando “com quantas onças já brigou na África?”. Nuhu não retruca nenhuma das agressões e está psicologicamente abalado, motivo pelo qual solicitamos que esta instituição tome as providências que a lei requer para o caso.
Favor divulgar em todas as redes pois o que está acontecendo aqui é comum em outras Instituições.
Cristina Miranda
Coordenadora do CEN/MA
Para apoiar este abaixo-assinado, clique aqui.
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=UFMA2011
 

A Serra da Barriga espera uma estrada que nunca sai do lugar

A construção Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga em União dos Palmares, como política pública estabelece uma intervenção etno-cultural, afirmando de forma legítima a geografia da memória histórica do povo negro.
Legitimar histórias é mediar e intermediar estratégias e investimentos institucionais para o fomento, difusão, circulação e acesso a essa mesma história. É propor e realizar rotas do conhecimento.
O Parque Memorial Quilombo dos Palmares tem uma importância substancial para a construção das identidades etno-culturais e identidade se constrói quando existem produção e difusão da cultura para e com o povo.
O Parque é um museu vivo e por conta de todo seu histórico miscigênico que vai de Zumbi a tantas e muitas guerreiras negras,o estado político de Alagoas deveria suplantar o racismo institucional e investigar os mecanismos sutis e imperativos que invisibilizam esse incontestável projeto de intervenção.
O Parque tira a história do povo negro do rol das histórias circundadas pelo olhar escravocrata do Brasil, o país com a maior e mais longo período de escravidão urbana.
O Parque transcende os limites impostos pelas velhas cartilhas patrimonialistas estatais que ousam ocultar a grande epopéia de um povo que fundou um dos primeiros modelos de sociedade auto-sustentável.Um povo que pensava organização política, mas a história insiste na persistência de nos pensar “escravos”.
Do Parque brotam a ancestral riqueza histórica que se confunde com a rota geográfica de um redescobrimento do Brasil.
Para redescobrir o Brasil os caminhos do parque aguardam uma estrada que nunca chega. E haja emendas parlamentares...
Como política pública de cultura, o Parque, ainda, não existe. Dos tantos mil passageiros que desembarcaram no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, em Maceió,Al quantos e quantas “ouviram” falar da existência do Parque?
O Parque precisa ser redefinido como um dos grandes patrimônios da humanidade e assim entrar na agenda política/turismo étnico do estado, antes durante e depois de novembro.
Eis a questão!

Convite feito.Sua presença é necessária.


Em nossa concepção o “Ìgbà- IV Seminário Afro-Alagoano: “Igualdade Racial é Para Valer?” que acontece nos dias 07 e 08 de julho, é feito de partilhas, uma construção de parcerias institucionais e voluntárias, um palco montado para trocas e possibilidade de experiências diversas e outros diálogos.
O “Ìgbà” traz a vontade de conquistar espaços e celebrar liberdades, com a proximidade do conhecimento como exercício de poder.
O “Ìgbà- IV Seminário Afro-Alagoano: “Igualdade Racial é Para Valer?" chega repleto de memórias de uma história. A história de Abdias Nascimento que foi marco para o povo de pele preta que fomos e o que hoje somos.
Abdias foi plural porque percebia a igualdade racial como processo de muitas mãos/coletivo.
E como parceria é a marca das ações do Projeto Raízes de Áfricas e considerando a importância da homenagem,ato interreligioso,que será prestada ao dramaturgo, poeta, e acima de tudo um dos maiores símbolos da luta pela igualdade racial , indicado ao prêmio Nobel da Paz/2010,Abdias Nascimento, dia 07 de julho- Dia Nacional da Luta Contra o Racismo- no alto da Serra da Barriga/Alagoas,como parte integrante da programação do “Ìgbà- IV Seminário Afro-Alagoano: “Igualdade Racial é Para Valer?".
O “Ìgbà- IV Seminário Afro-Alagoano: “Igualdade Racial é Para Valer?"acontece nos 07 e 08 de julho, queremos convidá[email protected] para II reunião preparatória do referido Seminário que acontece dia 01 de julho, às 09 horas, no Auditório da FAPEAL. Rua Melo Moraes, 354/Centro.
Apareça. Traga suas idéias para colecionarmos descobertas.
Convite feito. Sua presença é necessária.
Dia 01 de julho, às 09 horas , no Auditório da FAPEAL. Rua Melo Moraes, 354/Centro.
 

Direito de resposta

Socializamos a nota da Juventude Democratas de Alagoas sobre o artigo publicado com o tema:" O DEM, sempre o DEM e o Dia do Orgulho Hétero".

NOTA OFICIAL

A Juventude Democratas de Alagoas, utilizando-se do pleno e crucial exercício da
liberdade de expressão, igualmente ao que cabe a blogueira deste site www.cadaminuto.com.br, a Sra Arísia Barros, com devido respeito e necessidade, repudia a maneira parcial ao qual fora aplicada no último post da mesma neste espaço, sobre a proposição do dia do orgulho hetero por tratar-se de atitude isolada de vereador de São Paulo, que não faz juz a tamanha representatividade atribuida no texto à ponto de contemplar toda uma sigla partidária.
Gostaríamos de esclarecer e informar que em nosso órgão interno, a juventude, assim
como no partido Democratas de Alagoas, somos e estamos à favor das liberdades individuais e jamais compactuamos com preconceito, insensatez e retrocesso.
Entendemos que cada ser humano é livre para definir tal opção e apoiamos a preservação dos direitos em todas suas formas e gêneros.
Encerramos na justificativa de não nos acomodarmos nas mais variadas bandeiras
fundamentais para a democracia, quando inclusive, compõem nosso quadro, militantes
temáticos no pluralismo dos segmentos existentes e não nos fizemos por satisfeitos antes de prestarmos tais declarações como cidadãos, militantes e leitores alagoanos.

Maceió, 25 de junho de 2010
Cordialmente
Janaína Braga
Vice presidente estadual da juventude democratas
Presidenta em exercício


Av. Prof. Sandoval Arroxelas, 276 - Ponta Verde
CEP 57035-230 Fone: (82) 3327-8930
[email protected]
Maceió - Alagoas


 

Eu, Aldo Rebelo e a Serra da Barriga

Mantivemos um breve diálogo no facebook com o deputado por São Paulo,o alagoano  Aldo Rebelo, que socializo:

 

Arísia Barros :Caro deputado a construção do acesso para Serra da Barriga pede articulação política. Por favor, articule para que uma das mais significativas páginas da história do Brasil seja visibilizada. Afroabraços.
Aldo Rebelo:Prezada Arísia, Além do acesso a Serra da Barriga é preciso pavimentar a rodovia ou estrada da Liberdade, que liga a Serra da Barriga a Serra dos Dois Irmãos, em Viçosa. Em Viçosa estavam os quilombos do Sabalangá, Mata Escura e Bananal. Outra iniciativa é editar o livro do saudoso professor Ivan Fernandes Lima, geografia do Quilombo dos Palmares, cujos originais estão na editora do Senado esperando uma autorização dos familiares para publicação.

Arísia Barros:  Tudo certo, então vamos estabelecer metas e colocar o plano, que precisa ser político, em ação e reforçar a necessidade de valorizar um dos mais significativos capítulos da história brasileira que é a resistência negra. Fico no aguardo...
 

Inscrições abertas para Ìgbà - “Igualdade Racial é Para Valer?”

                                                                                                                             Certificação: 20 horas

Acontece às 9 horas do dia 07 (quinta-feira), Dia Nacional de Luta Contra o Racismo, ato interreligioso, no alto da Serra da Barriga/Parque Memorial Quilombo dos Palmares/AL tendo como objetivo prestar homenagem a luta e memória do indicado ao prêmio Nobel da Paz/2010, dramaturgo, poeta, e acima de tudo defensor ferrenho da igualdade racial,e, um dos maiores símbolos da luta contra o preconceito,Abdias Nascimento.
Conceituado intelectuais do Movimento Negro Brasileiro, doutor honoris causa pelas Universidades de Brasília, do Rio de Janeiro, da Bahia, professor na Universidade de Nova York",Abdias Nascimento exerceu os cargos de deputado federal, senador da República
O ato interreligioso contará com a presença de Elisa Larkin, esposa de Abdias e coordenadora do IPEAFRO, do presidente da Fundação Cultural Palmares, Elói Ferreira de Araújo, Leonor Franco de Araújo, Secretaria de Promoção e Políticas da Igualdade Racial, Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras, Rurais e Quilombolas, Patrícia Mourão, coordenadora do Instituto Magna Mater e representantes do governo de Pernambuco.
 O Seminário também evidencia o dia 7 de julho como Dia Nacional de Luta Contra o Racismo, instituído em 1978.
 Organizado pelo Projeto Raízes de Áfricas em parceria com o IPEAFRO, prefeitura de União dos Palmares (Secretaria de Turismo), Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Secretaria de Estado, da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, Instituto Magna Mater, Secretaria de Cultura de Maceió, Escritório da Fundação Palmares, em Alagoas, Polícia Civil, Polícia Militar, Sindicato dos Jornalistas do estado de Alagoas e parcerias individuais de professoras da UNEAL e UFAL.
Para inscrever-se é necessário solicitar inscrição para o e-mail [email protected]
Mais informações: (82)8827-3656/3231-4201
Os custos com despesas de transporte até o município de União dos Palmares e alimentação são  de responsabilidade de cada participante.
A programação do “Ìgbà” prossegue dia 08, seguindo o cronograma abaixo:

“Ìgbà- IV Seminário Afro-Alagoano: “Igualdade Racial é Para Valer?"
Programação

Dia: 07 de julho- (Quinta-feira)- Dia Nacional de Luta Contra o Racismo
Local: Parque Memorial Quilombo dos Palmares- Serra da Barriga

09h00- Saudação receptiva da Orquestra de Berimbaus de Alagoas
Homenagem Cívica- Execução do hino brasileiro
Banda da Polícia Militar
Rito do Ato inter-religioso (em elaboração)
Roda de homenagens Luta e Memória Negra
Abdias Nascimento e o Histórico 07 de julho de 1978
Elisa Larkin Nascimento
Fundação Cultural Palmares
SEPPIR
Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras, Rurais e
Quilombolas
12h00- Ajeum
15h00- Pauta de Construção para o 13 de novembro
Discussão e proposições para o projeto de translado das cinzas de Abdias
Nascimento para Serra da Barriga em 13 de novembro.
Coordenação de Elisa Larkin Nascimento, segmentos alagoanos participação do presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira, Leonor Franco de Araújo da SEPPIR, SECOMT, Instituto Magna Mater, Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras, Rurais e Quilombolas, dentre outras entidades.

Dia: 08 de julho (Sexta-feira)
Local: Auditório da Prefeitura de União dos Palmares
08h00- Entrega de material/Acolhimento
09h00- Composição de mesa
Apresentação Afro-artística
Orquestra de Berimbau do estado de Alagoas
9h30-Exposição:
“O Programa Brasil Quilombola como política promotora do desenvolvimento sustentável”
Expositora: Leonor Franco de Araújo
Secretaria de Políticas para as Comunidades Tradicionais/Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
10h20: Mesa de Conversas
A Lei nº 10.639/03 como fruto da luta anti-racista do Movimento Negro
Profª doutora Júlia Sara Accioly Quirino- Universidade Estadual de Alagoas
Profª doutora Nanci Helena Rebouças Franco- Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
11h20- Debate ampliado
Mediação:
12h00- Pausa para o almoço
14h00-Exposição de Trabalho de Pesquisa de Campo:
Apresentação do Diagnóstico para o Desenvolvimento Sustentável dos Remanescentes Quilombolas, em Alagoas.
Expoente: Kátia Ribeiro Born- Secretária de Estado da Mulher da Cidadania e dos Direitos Humanos.
14h30- Debate
Mediação:
15h30- Informação para formação:
Projeto de Turismo Étnico nas Comunidades Tradicionais de Terreiros e Quilombolas/Governo do Estado de Pernambuco.
Expositores- Representantes do governo do estado de Pernambuco
15h20- Roda de Conversa
Discussão do diagnóstico sobre a população quilombola de Alagoas e a interlocução com o Programa Brasil Quilombola
(espaço de diálogo com as representações de todas as comunidades de remanescente quilombos do estado de Alagoas)
16h00- Encerramento

O DEM, sempre o DEM e o Dia do Orgulho Hétero.

O menino deveria ter entre nove e dez anos. Difícil não perceber a forma “diferente” do menino ser. O pai já recomendara a mãe para deixar de paparicar o menino, senão ele seria transformado em uma mulherzinha, um-filhinho-da-mamãe.
O menino sentia-se diferente e não sabia como mudar essa condição que deixava o pai tão irritado. A mãe o agasalhava, aconchegava, mas, no fundo o menino sentia o medo da mãe de ver confirmado às palavras do pai.
O menino não queria ser diferente, mas era.
Até já tinha entrado na igreja e pedido, chorado  nos pés da estátua de nosso Senhor Jesus Cristo e implorado: Meu Jesus me faça ser normal.
O menino ainda não sabia o que era ser normal, mas, anormal sabia que ele era. Ouvira o pai dizer para mãe.
O menino escondia da mãe os xingamentos dos outros meninos na escola para não deixá-la triste. Já bastava o pai cobrando o tempo todo. A mãe era uma boa mulher, mas estava ficando muito confusa com tanta cobrança e descontava no menino e depois chorava e o colocava no colo e dizia: Desculpe, meu filho. Desculpe!
Um dia o pai chegara bêbado em casa e dissera para mãe: se essa “bichinha” me passar vergonha diante de meus amigos, você esqueça que eu tenho filho.
O menino sofria. O menino sofria muito e não sabia o que fazer. O menino tinha entre nove e dez anos e estava em um desespero adulto. Até já tentara falar com o padre da igreja, mas o padre dissera pra que ele rezasse não sei quantas ave Maria e pai e nosso. Ele rezou, mas não resolveu.
Um dia a mãe chegou mais cedo em casa e estranhou em não encontrar o menino. No lugar do menino encontrou um bilhete que dizia assim: Mãe, vou embora. Quando for normal, eu volto. Seu filho.
E o menino que tinha entre nove e dez anos descobriu o significado da palavra intolerância.
Enquanto isso o vereador Carlos Apolinário do Partido Democratas (DEM) propõe projeto que institui o Dia do Orgulho Hétero na cidade de São Paulo.
O antigo PFL mudou o nome para DEM no sentido de reforçar o vínculo simbólico entre o partido e a defesa da democracia.
Uau!
 

Marcha para Jesus vira ato contra união homoafetiva.

Um pequeno artigo de Ricardo Galhardo que vale uma reflexão enorme. Por isso republico...

(…) Entre os milhares de pessoas que participaram da marcha, os temas polêmicos também foram os assuntos principais. A reportagem do iG abordou um grupo de oito jovens que veio de Cidade Adhemar para a marcha e perguntou quais as opiniões deles sobre direitos homossexuais, homofobia, aborto e legalização da maconha. Com visual moderno, estilo emo, todos disseram ser contra a união civil de pessoas do mesmo sexo, aborto e legalização das drogas e defenderam os pastores que consideram o homossexualismo uma prática pecaminosa.
“Quem defende o homossexualismo e a maconha está aqui a serviço de Satanás”, disse o auxiliar de informática Natanael da Silva Santos, de 19 anos, que foi à marcha usando calça apertada, cinto de taxinhas e a tradicional franja emo. Enquanto a reportagem entrevistava os jovens, a aposentada Jovelina das Cruzes, de 68 anos, ouviu a conversa e fez uma intervenção.“Vocês estão falando sobre o que não conhecem. Meu sobrinho é gay e é um rapaz maravilhoso. Ótimo filho, muito educado, muito honesto e estudioso. Já o meu filho é machão e vive batendo na esposa, não respeita ninguém, não para no emprego.”
Quando Jovelina virava as costas para continuar a marcha Natanael, que não se deu por vencido, fez uma observação. “Cuidado, tia. Se o pastor escuta a senhora falando uma coisa dessas ele não deixa mais a senhora entrar na igreja”. E Jovelina respondeu. “Igreja é o que não falta por aí. Se me impedirem de ir em uma, vou em outra. Não tem problema.”
 

Recebemos da Carla Lopes, do Rio de Janeiro

Cara profa. Arísia Barros,

Ao receber esta mensagem sobre o Ìgbà- IV Seminário Afro-Alagoano: “Igualdade Racial é Para Valer?" que acontece nos dias 07 e 08 em União dos Palmares/Alagoas, fiquei emocionada e lembrei de nosso encontro no I Fórum Nacional da Consciência Negra na Educação: ‘Iká Kô Dogbá”: Os Dedos não São Iguais, em 2008. Já se passaram três anos, e a sua batalha pela implementação da Lei n. 10.639/03 continua aguerrida e sistemática. Parabéns!!!!
Não poderei estar presente, pois estarei a trabalho em Brasília, em outro seminário, mas vou estar torcendo e já estou divulgando nas redes sociais nas quais o PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA está inserido. Brevemente estaremos com um site no ar para troca de experiências e debates sobre a implementação da Lei.
Visite-nos no endereços abaixo:
Twitter: @programaRDCN e no
facebook: Programa de Reflexões e Debates para a Consciência
Negra http://www.facebook.com/pages/PROGRAMA-DE-REFLEX%C3%95ES-E-DEBATES-PARA-A-CONSCI%C3%8ANCIA-NEGRA-PRDCN/126330854108078
 

Comercial (82) 3313.6040 (82) 99812.2189 [email protected]
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