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Casa Rosa celebra 'Outubro Rosa'

Casa Rosa celebra ‘Outubro Rosa’

 

Por Ana Luiza Marcolino

 

No início, a problemática era ter acesso ao tratamento, assim foi criada a Associação Estadual para as Pessoas com Câncer em 2012.

A partir do Núcleo de Mulheres com câncer e pensando em fazer valer seus direitos, surge a Casa Rosa, inaugurada em novembro de 2016.

Além do atendimento à paciente com câncer, o objetivo principal do trabalho social desenvolvido pela Casa é a prevenção do câncer de mama de seu público alvo, esclarecendo que a falta de restrição ao acolhimento também inclui o homem.

A Casa Rosa, situada na Travessa João Camerino, nº 313, no bairro de Jaraguá, oferece às mulheres atendimento médico ginecológico, todas as terças e quartas-feiras.

Solicitando estas informações às gestoras da Casa, fiquei conhecendo a presidente Mirtha Jeanne Mesquita Nunes e a vice-presidente Morgana Celi Galvão, ambas mastectomizadas.

Mirtha me afirmou que a cirurgia reparadora ainda é um problema que vem sendo enfrentado pela maioria das mulheres submetidas à mastectomia; e de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, apenas 1/3 dessas mulheres têm acesso à reconstrução de suas mamas.

É muito triste constatar que apesar de sancionada há quase 05 anos, a lei 12.802 da reconstrução mamária que obriga o SUS a realizar as cirurgias, ainda não é cumprida.

Mas o lado positivo de tudo isso é ver ‘in loco’ uma festa regada de carinho por parte de um voluntariado tão espontâneo e digno, a exemplo de mulheres maravilhosas como Karine Sadalla da Cia de Dança, Teresa Olegário da Oficina de Lenço, a formanda em Nutrição Iza Viviane Almeida Ramos, bem como as rainhas do Grupo Renascer e a vereadora Tereza Nelma, todas numa consciência pra lá de rosa, de celebração à vida .

Assim, nesta quarta-feira(25), aconteceu a festividade alusiva ao ‘Outubro Rosa’ intitulada ‘Pacientes no Controle’, realizada pela Casa Rosa, quando várias atividades foram desenvolvidas, entre elas, aulão de fit dance, dinâmicas nutricionais, show musical Rodrigo Avelino, oficina de lenços, sorteio de brindes e delicioso lanche.

Adorei conhecer estas meninas, reencontrar a poderosa Rejane Carneiro e participar desse momento rosa.

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Saia Arrochada

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‘Saia Arrochada’ não é para qualquer uma não, viu?

por Ana Luiza Marcolino

 

O que vi ontem na Casa Cor, no Parque Shopping, foram mulheres lindas, vaidosas, plenas de autoestima e, sobretudo, senti uma receita espontânea de muita coragem e otimismo.

Foi um show da vida!!!!

 

Histórias de superação que nos impulsionam a viver mais e melhor com tanta informação e orientação sobre uma doença que surge como se fosse a morte, mas é a própria luta pela vida.

Câncer: quando você fala esta palavra, fica mais fácil aceitar que esta doença não escolhe condição social, profissão ou qualquer outro critério de incidência. É uma doença que pode ser detectada na famosa, na minha vizinha, na jovem, na idosa ou em mim mesma.

Então surge outra palavra que não quer calar neste Dia Internacional contra o Câncer de Mama(19/10): prevenção.

E por falar em prevenção, foi tão bonito quando uma daquelas mulheres empoderadas disse: “não vamos perder tempo com coisas fúteis, vamos cuidar da saúde”.

Então meninas, vamos fazer nossos exames de prevenção pelo menos uma vez ao ano; vamos mudar nossos hábitos, sair do sedentarismo, praticar exercícios físicos e manter uma alimentação saudável, comendo nossa batata doce, inhame e macaxeira.

Por atitude, enfrentamento do que poderia ser o fim, mas foi o começo, entendi que a doença é forte e mais agressiva quando você permite que chegou no fim da linha, mas quando você se olha no espelho e vê que existe beleza além da queda dos cabelos e que a vida é o maior motivo para viver, então o câncer pode possibilitar grandes descobertas dentro de cada uma de nós.

Nesta noite de tanta beleza cor de rosa, marcando um outubro de mulheres fortes, lindas e poderosas, vi aquelas que pelo câncer chegaram à solidariedade, vi outras que sem a doença, mas pela compaixão, também chegaram à mesma solidariedade e vi mais, senti uma corrente de amor que está crescendo entre nós.

Quem disse que as mulheres são inimigas não esteve na segunda edição do ‘Saia Arrochada’.

Parabéns Tatiana Palmeira, você deu mais cor ao ‘Outubro Rosa’ em Maceió, em Alagoas!

 

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Encontro discute Participação Feminina nos Espaços de Poder

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Agosto terminando com muitos debates, nos alertando para o empoderamento e a sororidade como ferramentas para o enfrentamento à violência doméstica e luta pela garantia dos direitos de todas as mulheres.

Pois é, enquanto finda-se o mês que nasceu a Lei Maria da Penha, por ironia, encerram-se também de forma banal, prematura e impiedosa, em São Paulo, as vidas de 05 mulheres assassinadas pelos companheiros e ex-companheiros.

Em contrapartida às estatísticas mundiais que colocam o Brasil em 5º lugar no ranking do feminicídio, concluímos as atividades alusivas aos 11 anos da Lei Maria da Penha com resultados positivos de importantes ações voltadas às causas femininas em nosso estado.

O mês está indo embora, mas está deixando ideias e lutas a serem seguidas de iniciativas de sucesso como o ‘Agosto Lilás’ da Semudh (Secretaria da Mulher e Direitos Humanos) que alcançou 72 dos nossos 102 municípios alagoanos, bem como os eventos “Seminário de Enfrentamento à Violência contra Mulheres com Deficiência’ e ‘Mulheres no Poder – Diálogos sobre empoderamento político, institucional, social e enfrentamento à violência.

Neste encontro que ocorreu na sede da OAB, nesta quarta-feira (30), realizado pela Semudh, OAB e outras instituições parceiras, vieram para o debate, mulheres que nos representam em várias esferas de nossa sociedade para as discussões sobre a importância da participação feminina nos cargos eletivos e nas profissões de preponderância masculina, bem como os desafios das mulheres de carreira jurídica e a situação feminina diante das modificações das leis trabalhistas.

Na oportunidade, tivemos relatos de vida, experiências e contribuições profissionais, políticas e sociais importantes para todas nós face ao enfrentamento à violência doméstica.

Entre as mulheres presentes e debatedoras, referenciamos a presidente da OAB/AL, Fernanda Marinela; deputada federal Rosinha da Adefal; presidente do Tribunal de Contas de Alagoas, Rosa Albuquerque; deputada estadual Jó Pereira; desembargadora do Tribunal de Justiça, Elizabeth Carvalho; a primeira-secretária da Mulher de Alagoas, Vanda Menezes e a secretária atual da mulher e direitos humanos, Claudia Simões.

 É isto, agosto terminando e meu texto também.

Só quero lembrar que da mesma forma que os dados da violência contra a mulher nos entristece, também nos inquieta a falta de união de nossas mulheres para mudar nossas próprias realidades.

Por que é tão difícil a sororidade entre nós, mulheres?

Baseada no relato da vereadora Tereza Nelma, quando participou da plenária do seminário de ontem, quando narrou que as nossas representantes, as vereadoras da Casa Legislativa de Maceió, travam suas lutas separadas, não seria exagero meu, repetir sua frase: “Somos cinco no parlamento, mas cada uma na sua ilha, não temos uma agenda comum”.

Mulheres, nosso empoderamento também depende de nossa união!

 

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Seminário discute vulnerabilidade feminina

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O evento destacou pautas específicas sobre a mulher, visando garantir seus direitos

 

A mulher já é discriminada pelo simples fato de ser mulher nessa sociedade sexista em que vivemos, imagina quando ela ainda carrega consigo algum tipo de deficiência.

Quantas Marias e Penhas quiseram gritar, correr, pedir socorro e não puderam?

Não puderam porque suas deficiências as impossibilitaram, tornando-as mais vulneráveis ainda.

Quantas foram estupradas, queimadas, feridas, abafadas pelos travesseiros e caladas pela violência de seus companheiros, parentes ou cuidadores por serem mais frágeis?

Apesar da Lei Maria da Penha ter completado 11 anos, ainda não temos uma estatística da violência contra as mulheres com deficiência, mas sabemos que a cada hora, uma mulher é violentada no Brasil.

Por aquelas que não podem correr, falar, ouvir e gritar, chega o debate das que aprenderam a denunciar e, mesmo com suas limitações, continuam no pódio da esperança para garantir os direitos de todas.

Assim destaco este “Seminário de Enfrentamento à Violência contra Mulheres com Deficiência: violência contra uma é violência contra todas”, promovido pela Semudh (Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos), nesta segunda-feira (28), como uma pauta especial que não obedece ao cotidiano dos movimentos, saindo do contexto universal das discussões, passando para as especificidades, para onde devem ser direcionadas as políticas públicas, pensando no empoderamento da Mulher com Deficiência.

Além de mulheres e homens que lotaram o auditório da Fapeal (Fundo de Amparo à Pesquisa), participaram do evento, representantes do Tribunal de Justiça de Alagoas, Secretaria de Estado da Segurança Pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e dos Conselhos Estaduais de Defesa dos Direitos da Mulher (Cedim) e da Pessoa com Deficiência, Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher, Associação de Surdos de Alagoas, Associação dos Cadeirantes de Maceió, entre outras instituições.  

Com a solenidade de abertura marcada pela apresentação do Coral Carlos Gomes, do Centro Estadual de Cegos Cyro Accioly, que envolveu o público com seu maravilhoso repertório musical, o evento contou ainda com a presença da secretária da Mulher, Claudia Simões e suas superintendentes, as expositoras dos conteúdos, responsável pela implantação do Projeto “Cidade Acessível é Direitos Humanos”, em Campinas, São Paulo, Flávia Maria Paiva Vital e a deputada federal Roseane Cavalcante de Freitas (Rosinha da Adefal), bem como a presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher, Ana Pereira, entre outras representantes de mulheres.

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Ana Luiza Marcolino - uma profissional humanista

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Do teatro para o rádio, do rádio para a televisão e os passeios pelos artigos, crônicas impressas, livro ‘Codependência-10 atitudes básicas’ e pelas assessorias de governo.

A jornalista e radialista Ana Luiza Marcolino fez de tudo um pouco nestes mais de trinta anos que atua no mercado de comunicação.

Sua história profissional faz parte de uma trajetória ímpar de sucesso como produtora e apresentadora de programas de rádio e televisão, mestre de cerimônia em eventos públicos e privados, assessora de comunicação das secretarias de estado da Mulher, de Minorias e Prefeituras de Maceió e de Messias, atualmente.

Foi a primeira repórter esportiva do Rádio alagoano, na Difusora; também pioneira em levar para a televisão local, o programa feminino ‘Para Você Mulher’, na TV Pajuçara.

Na década de 80, passou pelas rádios Educativa e Maceió FM, enquanto nos anos 90, como locutora operadora da Rádio Gazeta FM, da Organização Arnon de Melo, Ana Luiza garantiu picos de audiência de programas como ‘Emoções’ e ‘As Maiores da Gazeta’.

Em 1999 ganhou o troféu imprensa da Paraíba, trabalhando no Sistema Correio de Comunicação, em João Pessoa por 03 anos, onde desenvolveu os mais variados trabalhos de comunicação e publicidade para rádio e tv.

No ano de 2002, pela segunda vez, Ana Luiza volta ao ar da Rádio Difusora de Alagoas, onde estreia o Programa ‘Para Você Ana Luiza’, inovando a radiofonia alagoana com sua dinâmica de vida e de profissão.

E uma referência a ser feita: Ana Luiza terceirizava os espaços de mídia e negociava os patrocínios de seus programas que eram espaços únicos e exclusivos dedicados à mulher no rádio e na televisão alagoanos.

          Pós-graduanda em Comunicação Empresarial no CESMAC e graduada pela Universidade Federal de Alagoas, em Comunicação Social em Jornalismo, Ana Luiza continua escrevendo, produzindo suas crônicas, fazendo assessoria de comunicação e com muitos projetos de vida e de profissão, portanto seja bem vindo (a) ao seu Blog Mulher Pública no Portal de Notícias Cada Minuto.

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