Ministro da Justiça é atacado por “especialistas”. Que bom!

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Claudio Beato, Pedro Abramovay e Renato Sérgio de Lima estão atacando o novo Ministro da Justiça e isso é um ótimo sinal. Quem são esses senhores? Vamos lá!

Claudio Beato é sociólogo, professor da UFMG, mestre e doutor pela Sociedade Brasileira de Instrução – SBI/IUPERJ, atualmente é coordenador do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública (CRISP). É daqueles que gosta de afirmar que o problema da criminalidade vem da polícia e não dos bandidos. Seria o homem que comandaria a segurança pública do PSDB caso Aécio Neves fosse eleito.

Pedro Abramovay é um advogado, formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Foi Secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça no governo do PT e ocupou a Secretaria Nacional de Justiça do Governo Federal de onde foi demitido após defender que todos os “pequenos” traficantes deveriam ser colocados em liberdade. Foi diretor de campanhas do site de petições Avaaz onde, com mão de ferro, impedia que petições contrárias à sua ideologia prosperassem. Hoje, representa no Brasil uma organização globalista chamada Open Society, financiada pelo megainvestidor socialista George Soros. Soros, entre outras coisas, lidera uma campanha mundial contra o direito de defesa do cidadão, a favor do aborto e da liberação geral das drogas.

Renato Sérgio de Lima possui graduação em Ciências Sociais, mestrado e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Ex-Secretário Executivo membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Este Fórum é uma ONG mantida com verbas públicas que possuiu apoio da mesma Open Society e de vários órgãos governamentais. Recebeu, em apenas um contrato com o Ministério da Justiça, a bagatela de R$489.960,90. Verba pública, ou melhor, dinheiro dos pagadores de impostos.

O que esses três possuem em comum? Eles defendem que: 1) Pessoas desarmadas estão mais seguras; 2) Criminalidade é gerada pela pobreza e desigualdade social; 3) Cadeia não resolve; 4) Toda violência é ruim; 5) O Estado deve ter o monopólio da segurança.

Oras, foram exatamente esses preceitos, adotados pela esquerda nos últimos 30 anos, que destruíram a segurança pública no Brasil! Para quem possuiu alguma dúvida disso, recomendo veementemente que assista ao vídeo de uma recente palestra minha ministrada em Fortaleza. São apenas 20 minutos e está disponível aqui: https://youtu.be/7OOAI7GG9mE?t=48m44s

Tenho eu, ainda, sérias dúvidas sobre os caminhos que serão trilhados pelo novo Ministro da Justiça, mas convenhamos que, para quem já viu passar por lá Renan Calheiros (Sim! Ele mesmo! Ministro do Fernando Henrique Cardoso), José Carlos Dias, José Gregori, Aloysio Nunes Ferreira Filho, Márcio Thomaz Bastos, Tarso Genro, Luiz Paulo Barreto e José Eduardo Cardozo, Alexandre de Moraes pode ser um enorme alento e as críticas desse pessoal acima são um bom indicativo disso.

Ah! Quase me esqueci. O motivo do ataque foi que para o Ministro Alexandre bandido tem que ir para cadeia. Não, não estou brincando! Como disse G. K. Chesterton: “Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde”.

 

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Euclides da Cunha e o gorila

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Lá vou eu mexer em vespeiro e escrever sobre o tal gorila abatido no Jardim Zoológico de Cincinnati, Estados Unidos, após uma criança de quatro anos cair em seu fosso.

Boa parte da opinião pública e a maior parte da opinião publicada se colocou em favor do gorila, cheguei a ver, assustado, gente defendendo até o abate da criança! A culpa da criança ter caído foi dos pais? Foi do zoológico? O gorila mataria ou não o garotinho? Zoológicos não devem existir? Tudo isso são conjecturas e discussões muito fáceis – e até mesmo necessárias e válidas - de fazer após o incidente ter ocorrido, mas naquele momento urgente e confuso, o diretor tomou a decisão que lhe pareceu a mais correta.

Ao refletir sobre o caso lembrei de uma tragédia brasileira que se desenrolou com o embate entre o escritor de “Os Sertões”, Euclides da Cunha e o militar, e também escritor, Dilermando Cândido de Assis. Dilermando, para quem não sabe, matou Euclides pai e, sete anos depois, o filho deste.

Entendendo corretamente que Dilermando agiu em legítima defesa a justiça o absolveu em ambos o caso, mas a inconteste absolvição não ocorreu pelas mãos invisíveis da opinião pública e, menos ainda, da publicada. Apenas duas proeminentes vozes se levantaram em defesa do jovem militar, campeão de tiro do Exército Brasileiro: o jornalista e compositor Orestes Barbosa e Monteiro Lobato que, mesmo sendo um devoto de Euclides, se colocou no lugar de Dilermando e publicou o artigo intitulado “Uma Tragédia de Ésquilo”, que transcrevo abaixo:

“Tivemos aqui entre nós, em 1909, um perfeito ´caso de tragédia grega´, isto é, de tragédia caracterizada pela presença invisível da deusa Fatalidade. Os protagonistas — Dilermando, Euclides pai e filho e uma mulher — agiram todos como pedras de xadrez em movimento cego no tabuleiro. As pedras de xadrez movem-se — julgam mover-se, na realidade são movidas de acordo com os planos concebidos pelo jogador e que jamais serão penetrados.

Somos todos pedras de xadrez no tabuleiro da vida. Uns somos peões, outros bispos, outros, torres, outros, cavalos — e rainha e rei. Hitler foi um rei de xadrez. Jogaram com ele uma tremenda partida — e ele sempre a julgar que quem fazia o jogo era ele. E como não ser assim, se ele era “rei”?

Pobres reis humanos, tão impotentes quanto os reis de xadrez — tão instrumentos do Algo Superior que os maneja como reis de xadrez. Pobres peões humanos, tão manejáveis como os peões de xadrez! Alguém brinca no tabuleiro da vida com o teatrinho de títeres que somos. Édipo, Jocasta, Orestes, Dilermando, Euclides…

Euclides era rei, Dilermando, pequenino peão. No tumulto do drama tecido pela fatalidade, o rei enlouqueceu e forçou o peão a matá-lo. Um regicídio! A sociedade sofreu o mais profundo dos abalos porque Euclides não era apenas por direito de nascimento, coisa medíocre: era um grande rei por merecimento, coisa grande. E todas as fulminações choveram sobre a cabeça do peão que teve de matar o rei. E a vida desse peão passou a ser um inenarrável martírio.

Mas, dadas as circunstâncias, que poderia ele fazer senão o que fez? Como agir de outra maneira, se somos títeres e quem dirige a trama é a grande jogadora de xadrez fatalidade, a qual se utiliza de nós como simples peças, nunca se dignando nos revelar os objetivos de suas jogadas?

Para a sociedade não há crime maior que o de peão matar um rei; e pois tal fato só é possível quando a fatalidade guia a mão do regicida.

A mim a tragédia Euclides-Dilermando me abalou profundamente. Sobre ela meditei muito tempo, dominado pela incerteza. Mas quando conheci todos os detalhes do processo, só então vi, senti em tudo a mão glacial e inexorável da fatalidade — a mesma que levou aos seus crimes o inocente Orestes.

E uma coisa até hoje me pergunto: haverá uma só criatura normal das que olham Dilermando com horror, que, dentro do quadro daquelas circunstâncias, não fizesse a mesma coisa? Que atacada por Euclides e o filho, tomados ambos de acessos de demência, não se defendesse, como Dilermando se defendeu?

Se ponho a mão na consciência e me consulto, sou obrigado a confessar que, dentro daquelas circunstâncias, eu — o maior devoto de Euclides — agiria tal qual Dilermando. O animal que há dentro de mim, ferozmente acossado pelo animal existente no atacante, reagiria em pura ação reflexa — e no ímpeto cego da legítima defesa mataria até ao próprio Shakespeare”.

Bah! – diria um amigo gaúcho – onde quer chegar o professor Bene com essa história toda? Explico e confesso que tudo isso foi tão somente para poder parafrasear Lobato e emitir minha opinião sobre o caso: colocando-me no lugar do diretor, no ímpeto de salvar o garotinho, não hesitaria em mandar abater o próprio King Kong. E que venha o mimimi.

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Rios de desonestidade

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Quando fui procurado pela TV Gazeta (São Paulo) para gravar para um programa chamado A Semana, cuja apresentação compete ao Ronald Rios, sabia que não seria diferente. Rios tentou de todas as formas me “derrubar” durante a entrevista que, por baixo, durou uns 30 minutos. O problema é que o tal jornalista imaginava, coitado, estar lidando com algum principiante neste jogo e que alguma de suas perguntas seriam difíceis de responder ou consistiriam em algum tipo de “pegadinha”. Não sabia ele que seus questionamentos estavam longe de conter algum tipo ineditismo. Saiu derrotado, mas não desistiu.

Na impossibilidade de, com honestidade, combater os meus argumentos, apelou para a edição do vídeo, me dando menos tempo de exposição e entrevistando dois outros personagens sobre o tema que, óbvio, se posicionavam contra a liberdade do cidadão com achismos para lá de frágeis. Inclusive, fico imaginando, quem vai procurar agora o tal psicólogo para requisitar o laudo necessário para aquisição de uma arma... mas, cada um deve saber o que está fazendo, não é mesmo?

Rios, que não esconde sua simpatia pela Thug Culture e, portanto, é favorável ao desarmamento do cidadão honesto, discorre todo aquele blá, blá, blá que já ouvimos repetidamente nos últimos vinte anos e inicia a matéria errando feio, mostrando ignorância cavalar sobre o assunto, ao afirmar que antes do malfadado Estatuto do Desarmamento não havia qualquer regulação sobre a venda e o porte de armas! Destaque para o fato de que um de seus argumentos contra o direito de defesa do cidadão é poder xingar as pessoas no trânsito. Mui civilizado o meninão. E por falar em civilidade, atendi o rapaz da mesma forma que atendi, por exemplo, o Jornalista Alexandre Garcia – que pese a distância profissional intransponível entre os dois! -, ou seja, de forma educada, profissional e até amigável. Eu esperava que a recíproca fosse verdadeira? Com o perdão da expressão chula, seria como se alguém procurasse uma virgem em um prostibulo!

Prova cabal de sua desonestidade foram as duas inserções posteriores em cima da minha entrevista, o que, claro, me impossibilitou de desmascará-lo como fiz em todas as suas outras afirmações e perguntas anteriores. Tentou me ridicularizar e só conseguiu mostrar seu mau-caratismo e ausência de profissionalismo. No canal do programa no Youtube (VEJA AQUI - https://youtu.be/LqkZ2xNi2PY?t=8m59s), o vídeo na íntegra já é recordista... de negativações e comentários críticos e, tenho certeza, isso vai se intensificar ainda mais depois deste artigo. Não se trata de “dar Ibope” ou “queimar vela boa com defunto ruim”. Trata-se de desmascarar esse tipo de “jornalismo” ideológico e panfletário – que não pode e não deve ser confundido com o jornalismo de opinião sério -  que impregna muitas emissoras.

 

A TV Gazeta apela para um programa cuja fórmula foi responsável por enterrar o extinto programa CQC da Tv Band. Sim, foi a ideologia de esquerda, o “panfletarismo”, o politicamente correto responsável pela sua queda e fracasso. Prova disso é que de todos que passaram por lá, o único que despontou e obteve verdadeiro sucesso foi Danilo Gentili (que também é criticado pelo Ronald Rios em outro vídeo), o “reaça”, o “coxinha”, o “fascista”, sempre foi o único com coragem de criticar e bater de frente com a hegemonia esquerdista reinante. Chegou onde chegou, engolindo até o ícone brasileiro do talk show: Jô Soares. E convenhamos que não deve ter sido fácil engoli-lo. Pronto, vão me chamar de gordofóbico....

Quer desmascarar um jornalista mal-intencionado? Se deixe entrevistar por ele! Eles sempre caem na cova que cavam para os outros e reforçam a conclusão de sempre: os desarmamentista só possuem como argumentação o achismo, o apelo emocional e Rios de desonestidade.

 

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O Globo e sua insistência em mentir

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O Jornal O Globo de hoje (24) volta a defender o desarmamento em seu editorial e, para não variar, usa toda sorte de números torturados e falácias. Nada escapa, nem uma vírgula, nem uma frase, por começar pelo título: Violência cresce com descaso no controle de armas. E é por aqui que eu começo. Violência é um problema? Quem já assistiu minhas palestras sabe muito bem a falácia contida no nada inocente uso desta palavra em substituição à correta que seria criminalidade! George Orwell em seu magnífico 1984 previu esse estratagema quando definiu uma coisa chamada Novilíngua. No Apêndice sobre o assunto escreveu:

"O objetivo da Novilíngua não era apenas oferecer um meio de expressão para a cosmovisão e para os hábitos mentais próprios dos devotos do Ignsoc, mas também impossibilitar outras formas de pensamento. O que se pretendia era que, tão logo a Novilíngua fosse adotada definitivamente e a Anticlíngua esquecida, qualquer pensamento herético, isto é, divergente dos princípios do Ingsoc, fosse literalmente impensável, ou pelo menos até o limite em que o pensamento depende de palavras. Seu vocabulário fora construído de modo a fornecer a expressão exata - e frequentemente de um modo sutil - a cada significado que um membro do Partido quisesse expressar, excluindo os outros significados, bem como a possibilidade de chegar a eles por métodos indiretos. Isso era obtido em parte pela invenção de novas palavras, mas principalmente pela eliminação de palavras indesejáveis e pelo esvaziamento, das palavras restantes, de qualquer significado heterodoxo e, tanto quanto possível, de todos os significados secundários, quaisquer que fossem eles" (p.287-288).

Em resumo, a Novilíngua tinha como objetivo condensar palavras, dar-lhes novos significados e, assim, reduzir a compreensão e a capacidade de raciocínio da população.

Exatamente isso que se faz ao usar a palavra violência como sinônimo de criminalidade. Oras, violência é ação ou efeito de empregar força física ou intimidação moral contra alguém ou alguma coisa e isso não significa necessariamente o cometimento de um crime ou algo reprovável, muito pelo contrário. Um bombeiro que derruba uma porta, um policial que revista um suspeito, um juiz que condena o réu, um cidadão que reage contra um facínora que invade sua casa, um segurança que impede um furto, um professor que exige silêncio em sala de aula. Ao usar a palavra violência o jornal nivela todas essas ações com a de um pedófilo que abusa de uma criança, de um latrocida que mata sem dó sua vítima, de um traficante que oferece seu produto na porta de escola, de um homicida que abre fogo contra policiais, afinal tudo é violência e, assim sendo, qualquer violência deve ser combatida igualmente. Querem convencer que todos nós, seja um estuprador, seja um sitiante com uma velha espingarda, fazemos parte do problema e não da solução. Vão se catar! 

E por falar em falsidade... Ao afirmar que 86% das armas vieram “do mercado” legal, o periódico distorce os dados existentes, com a único objetivo de culpar as armas e seus proprietários pelo crescimento da criminalidade violenta naquele Estado. Vejam só essa reportagem da EBC sobre o mesmo assunto: “Oitenta e seis por cento das armas de fogo apreendidas pela polícia do Rio de Janeiro no ano passado NÃO FORAM (grifo meu) identificadas. O dado foi apresentado nesta terça-feira (26) pela Secretaria Estadual de Segurança do Rio a deputados na Comissão Parlamentar de Inquérito das Armas na Assembleia Legislativa do estado.” Viram? Simplesmente inverteram os dados! Já falei sobre esse assunto aqui neste blog, não vou me repetir. Vejam o artigo “Quem abastece os criminosos”.

Ao concluir, o repetitivo editorial, do O Globo diz ao que veio: “arma-se no Congresso a flexibilização do Estatuto, um movimento orquestrado pela chamada “bancada da bala”. É tudo o que o país não precisa, neste momento em que, ao contrário, o Estado precisa aumentar as garantias de segurança da população, o desarmamento uma das principais delas”.

Tudo isso para justificar sua oposição ideológica ao PL 3722/12 do Deputado catarinense Rogério Peninha que, em tramitação, devolverá ao cidadão a chance de defesa contra uma criminalidade cada vez mais violenta e um Estado cada vez maior e menos eficiente.

Cabem ainda algumas indagações pertinentes: já que armas são um problema e não protegem, a família Marinho já abriu mão de seus seguranças fortemente armados? O PROJAC já cancelou o contrato com a empresa de segurança armada que lhes garante segurança? Artistas engajados como Angélica e Luciano Huck já dispensaram os seus guarda-costas? Me avisem quando isso acontecer.

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Ana Hickman estaria morta se não houvesse reação

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Em setembro de 2014 a remadora e ex-judoca Bianca Miarka reagiu a um assalto e lutou com dois criminosos. Foi duramente criticada por “especialistas” e, principalmente, por jornalistas e apresentadores de TV. O programa Hoje Em dia, da TV Record, apresentado, entre outros, pela modelo Ana Hickmann, convidou a remadora para seus estúdios e, claro, não pouparam críticas à atitude da atleta. Para embasar sua posição colocaram, ao vivo, um especialista para reafirmar o discurso do “nunca reaja”. Tudo seria “mais do mesmo” se o tal especialista não fosse um tal de Bene Barbosa... O espanto ficou estampado na cara dos apresentadores e pode ser visto neste vídeo aqui. Não preciso dizer que nunca mais fui chamado para opinar...

Dias atrás um policial civil, com seu bebê de apenas 6 meses no colo, reagiu a um assalto e baleou um dos assaltantes. Ele, seu filho e sua esposa saíram ilesos. Se os criminosos tivessem tido tempo para identificá-lo como policial, o que teria acontecido? Todos sabemos. Cesar Filho, também apresentador do Hoje Em Dia, soltou a pérola: “mesmo sendo policial não deveria ter reagido, colocando a sua própria família e as pessoas da rua em riscos. Essas são as recomendações dos especialistas em segurança". Especialista quem, cara-pálida?

Eis que neste último sábado, dia 21, um fã desequilibrado invade armado um hotel em Minas Gerais, rende o cunhado de Ana Hickmann, Gustavo, e o obriga a leva-lo ao quarto da modelo. Lá também estava sua esposa. O maluco, completamente desiquilibrado, faz com que as três vítimas sentem no chão de costas para ele e começa a ofender e humilhar o alvo de seu “amor” não correspondido. Para quem conhece um tiquinho de psicologia forense, sabe que o fato de terem sido obrigado a ficar de costas e sentados indica grande possibilidade de uma execução. O fã, covarde e desiquilibrado, não queria olhar nos olhos de suas vítimas.

Gustavo então toma a única atitude cabível para salvar suas vidas e investe contra o agressor, que dispara duas vezes, atingido, não letalmente, sua esposa. Ato continuo, desarma o criminoso e atira três vezes, matando-o instantaneamente. Estavam todos salvos graças única e exclusivamente a alguém que não fez o que os tais “especialista” afirmam. Se assim não tivesse agido, hoje, não tenho dúvidas, as manchetes seriam outras e envolveriam a execução da modelo. O que falarão agora os apresentadores do Hoje Em Dia e demais programas? Vamos aguardar.

O fato do desequilibrado estar em posse de uma arma de fogo, lembrou-me da frase do primeiro ministro inglês David Cameron que, após um tiroteio naquele país e sendo pressionado por uma legislação ainda mais restritiva, sentenciou: “é impossível legislar sobre a loucura”. A precisão dessa declaração deve ser levada como um mantra contra leis restritivas para a posse e o porte de armas. As restrições e impedimentos – e o Brasil é exemplo máximo disso! – não impedem e nunca impedirão que toda sorte de malucos e malfeitores tenham acesso aos instrumentos necessários para perpetrarem seus crimes. Sendo assim, deve então garantir a lei que os sãos, preparados e bondosos tenham acesso ao único instrumento eficaz para defesa: a arma de fogo. O resto é mi-mi-mi ideológico que cai por terra com uma única e contundente declaração do marido da apresentadora: "Isso é uma coisa tão grave, que a gente precisa olhar pra isso e entender que o mal existe". Sim, o mal existe e a negação disso nunca vai proteger aqueles que você ama.

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GOLPE! Projeto do Senado propõe proibição de venda de armas no Brasil.

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Magno Malta foi designado relator Projeto de Lei do Senado Nº 176 de 2011. O autor da ditatorial proposta é o Senador Cristovam Buarque que entre outras coisas criou a PEC da Felicidade e se orgulha de ter apresentado Hugo Chávez à Lula. Uma verdadeira alma democrática.

O dito senador, preferindo afastar-se da acurada análise da questão, filiou-se ao oportunismo infundado, para incluir em sua proposição dispositivos verdadeiramente desprovidos de razoabilidade. Veja-se:

“Art. 35. É proibida a comercialização e aquisição de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei, nos termos deste artigo.

[...]

§ 4° A aquisição de armas de fogo, munição e acessórios para uso de entidades de desporto, cujas atividades esportivas estejam cadastradas como demandantes de arma de fogo no Sistema Nacional de Armas – Sinarm, somente poderão ser realizadas com autorização e interveniência do Ministério da Justiça, sob jurisdição da Polícia Federal, na forma do regulamento desta Lei."

Neste PLS, como se vê, o senador simplesmente propõe proibir a venda de armas legais para civis, em total desrespeito ao voto popular e à soberania do Povo Brasileiro, inequivocamente manifestada no referendo realizado em 2005, além de pretender vincular o Tiro Desportivo diretamente ao jugo do Ministério da Justiça, em flagrante desrespeito à Constituição Federal, que em seu artigo 217 impõe ao Estado fomentar a prática das atividades desportivas, e não restringi-las.

Há motivos para preocupação? Há! Muita!

O senador Magno Malta foi um dos defensores do desarmamento em 2005 e recentemente se manifestou contrário à qualquer modificação na legislação desarmamentista em vigor. Junte-se à isso que aquela casa é presidida pelo senador Renan Calheiros, ferrenho defensor do desarmamento, uma das viúvas do referendo de 2005 e um dos responsáveis pela legislação atual.

Nossa melhor chance é mostrar ao relator, Magno Malta, que tal investida contra a liberdade não será tolerada, que o brasileiro NÃO é favorável ao desarmamento e se ele se posicionar em favor do criminoso projeto estará contradizendo todo o seu posicionamento histórico em favor da democracia. Malta deve se posicionar pela REJEIÇÃO do projeto ou então, isso sim é será um golpe na democracia, um desrespeito verdadeiro ao voto popular!

DADOS DO RELATOR

Nome civil:

Magno Pereira Malta

Data de Nascimento:

16/10/1957

Naturalidade:

Macarani (BA)

Gabinete:

Senado Federal Anexo II Bloco A Ala Tancredo Neves Gabinete 57

Telefones:

(61) 3303-4161 / 5867

FAX:

(61) 3303-1656

E-mail:

magno.malta@senador.leg.br

Facebook:

https://www.facebook.com/magnomalta/

Twitter:

@MagnoMaltaOfc

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Porte de arma para advogados aprovado: uma análise.

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou porte de arma para advogados, previsto no Projeto de Lei 704/15, do deputado Ronaldo Benedet (PMDB-SC). O porte estará condicionado a requisitos do Estatuto do Desarmamento com comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, atestadas na forma disposta no regulamento vigente.

Reforço que essa aprovação se deu única e exclusivamente na Comissão de Segurança e ainda necessita passar por outras etapas do nosso longo e excruciante sistema legislativa para se tornar lei. Então, nesse momento, advogados ainda NÃO possuem o direito divino ao porte de armas.

A justificativa do ex-secretário de segurança de Santa Catarina e atualmente Deputado Federal, Ronaldo Benedet, autor do Projeto de Lei, é sólida: se há isonomia constitucional entre advogados, promotores e juízes e, se estes dois últimos, possuem direito ao porte de armas, faz todo sentido que advogados também sejam beneficiários disso.

Para o relator do projeto, deputado Alberto Fraga (DEM-DF), um dos mais antigos defensores da liberdade de possuir e portar armas, os advogados precisam de porte de arma para se defender. “O que se tem noticiado de forma recorrente é que o exercício da advocacia se tornou uma atividade temerária e de risco quanto à segurança e integridade física dos advogados”, afirmou. Concordo, mas qual atividade no Brasil, com criminalidade galopante, não se expõe a riscos? Nenhuma, é claro! E aqui surge uma questão reincidente: a categorização da liberdade de autodefesa e o uso do instrumento eficaz para isso, ou seja, a arma de fogo.

Embora eu seja velho crítico da ideia que algumas categorias tenham suas vidas mais valoradas que outras, que a liberdade de autodefesa seja restringida por critérios profissionais e muitas vezes subjetivos, há que se ver o lado bom, aliás o lado ótimo da coisa toda. Durantes duas décadas, nem um só projeto que visasse ampliar a liberdade para posse e porte de armas passou pela Comissão de Segurança, tomada à época pelos desarmamentista. Isso já mudou, fica claro. Ponto para nós!

Outro ponto importante, senão o principal, é que vemos com isso que o dique do desarmamento vai sendo furado, vai fazendo cada vez mais água e haverá o momento que não fará mais sentido a sua existência, ruirá. Como disse, há ainda um longo caminho até a aprovação deste PL e, por conseguinte, a liberação do porte para os advogados. Seja como for, o que não podemos é continuar olhando para um bosque e ver apenas lenha para queimar. Há sim motivos de comemoração e certeza que é possível enterrar o Estatuto do Desarmamento.

 

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Texas ultrapassa um milhão de portes de armas; 270 mil são de mulheres.

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O Departamento de Segurança Pública do Texas informou, dias atrás, que 1.017.618 texanos agora dispõem de permissão para andar armados. Flórida e Pensilvânia, com 1.743.954 e 1.064.360, são os únicos estados que superam o Texas em números totais. Destaque para o fato de que esses números são apenas dos portes emitidos e que as armas que os texanos possuem em suas casas supera a marca de muitas milhões de unidades. E a criminalidade? Cada vez mais baixa!

Oras, se a velha lengalenga que mais armas significam mais crimes fosse verdadeira, o Texas e outros estados americanos já teriam tido suas populações dizimadas. Não acontece, não é assim. Hoje o Texas tem 4,4 homicídios por 100 mil habitantes, a menor taxa desde 1960. Em 1996, antes da liberação do porte, a taxa era de 7,7. Até 2012 a redução dos crimes violentos em geral foi de 49%. Os estupros tiveram a maior redução de todas, com uma queda de 59%. Mais armas, menos crimes.

Como disse acima, o crime de estupro que teve a maior redução comparado todos os outros e a explicação pode estar no fato de que deste mais de um milhão dos requerentes ao porte, 26% são mulheres, perfazendo um total de quase 270 mil mães, estudantes, donas de casa, empresárias e garçonetes que agora andam armadas pelas ruas do estado da estrela solitária. Vida difícil para os tarados e abusadores...

E por qual motivo leis que permitem o porte de armas tem efeito significantemente maior em favor das mulheres? A resposta foi dada pelo John Lott, professor de criminalística da universidade de Chicago e autor do mais amplo e profundo estudo sobre o efeito da liberação das armas na sociedade. Tal estudo se transformou no livro “Mais Armas, Menos Crimes – entendendo o crime e as leis de controle de armas de fogo” traduzido e publicado no Brasil pela Makron Books em 1999. Afirma Lott: “Os resultados precedentes mostram que os estupradores são, em particular, desmotivados por armas de fogo. Conforme mencionado anteriormente, os dados da National Crime Victimization Survey mostram que, ao fornecermos uma arma de fogo a uma mulher, isso possui um efeito muito maior em sua capacidade de defender-se contra um crime que fornecer uma arma a um homem”.

Tal conclusão é reforçada por um dado incontestável  levantado pelo estudo “Law Enforcement Assistance Administration, Rape Victimization in 26 American Cities”, do Departamento de Justiça norte-americano, onde se demostra que apenas 3% dos estupros se concretizam quando a mulher está armada e reage. Arthur Kellerman, um pesquisador cujo trabalho é frequentemente citado pelos grupos de controle de armas, disse: “Se você tem de resistir, suas chances de ser ferido são menores se você tiver uma arma. Se fosse minha mulher, se eu quero que ela tenha um 38 em sua mão? Sim!”.

Ouso aqui complementar o Professor Lott com a triste realidade brasileira. Uma vez que sabemos que a maioria dos estupros contra mulheres é cometido sem o uso de armas de fogo, muitas vezes, no máximo, com o uso de armas brancas (facas, canivetes, tesouras, etc), gerar no predador sexual a dúvida se sua vítima está armada ou não já seria um gigantesco ganho.  Hoje, o Brasil com seus mais de 50 mil estupros registrados por ano – e também sabemos que há uma enorme subnotificação desse tipo de crime – mostra exatamente qual o efeito devastador de se dar ao bandido a certeza de impossibilidade de reação armada.

 

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Direitos humanos? Flávia Piovesan não é mais do mesmo. É muito pior!

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Maria do Rosário, ex-ministra dos direitos humanos, era uma desarmamentista ferrenha, aborticionista, defensora das políticas afirmativas raciais, lutava pela punição dos – e apenas dos - militares acusados pela tal “Comissão da Verdade”, repetia o mantra de que cadeia não resolve, foi radicalmente contra a aprovação do Estatuto da Família e do Projeto de Lei 3772 que devolve ao cidadão a sua liberdade de defesa.

A questão é que a ex-ministra tinha alma histriônica, seus bate-bocas, sua falta de intelectualidade, o fato de ter recebido doação de uma fabricante de armas para sua campanha, entre outras coisas mais, a transformaram em um espantalho. Acabou não sendo levada a sério nem mesmo por quem compartilhava de sua ideologia. Em suas últimas semanas de mandado, teria a própria Dilma dito “Cale sua boca. Você não entende disso. Só fala besteira”. Virou uma fonte inesgotável de “memes” nas redes sociais.

Flávia Piovesan é ideologicamente idêntica à Maria do Rosário, mas as semelhanças param aqui. Tida como referência mundial no que a esquerda padronizou como sendo “direitos humanos”, suas teses globalistas foram adotadas em vários tratados da União Europeia. De acordo com um amigo italiano, essas mesmas teses, foram consideradas radicais até mesmo pelo partido de extrema-esquerda Rifondazione Comunista, uma espécie de PSOL da Itália.

Assim que seu nome foi anunciado, pipocaram e-mails e mensagens. Todas alarmantes. Depois de sua entrevista para Rádio CBN, com a duração de apenas oito minutos, tudo foi confirmado pelas palavras da própria Secretária. Vai lutar contra o Estatuto da Família, em favor das políticas afirmativas, contra a aprovação do PL 3722 que chamou de retrocesso, afirmou que vai perseguir a punição dos “indiciados” pela Comissão da Verdade, afirmou que Jair Bolsonaro quebrou o decoro parlamentar por citar o coronel Ustra e, portanto, merece ser cassado. É a Maria do Rosário na versão “com mestrado”!

No perfil da Rádio CBN, deixei o seguinte comentário, que acredito ser um bom resumo de tudo isso: “Flávia Piovesan não é mais do mesmo... É muito pior. É uma espécie de Maria do Rosário com mestrado, com incontestável capacidade intelectual. Suas teses contra a liberdade de autodefesa, em favor do aborto e sua luta de vida para gerir o mundo sob a égide de uma lei universal criada sua imagem e semelhança, são tudo, são qualquer coisa, menos direitos e muito menos ainda humanos.”

Se estes são os tais direitos humanos, por favor, me tratem como bicho.

Link da entrevista.

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Legítima defesa não é linchamento, não é fazer justiça, não é barbárie

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Fabiane Maria de Jesus tinha 33 anos, era casada e mãe de duas crianças. Evangélica, carregava sua bíblia quando foi espancada e morta por mais de cem pessoas que a confundiram com uma suposta criminosa. O caso, ocorrido no Guarujá, litoral de São Paulo, teve repercussão nacional e depois, como sempre, caiu no esquecimento. Mesmo que não se tratasse de um terrível engano, como confundir isso com legítima defesa? Só com muita velhacaria mesmo. E é isso que muitos defensores do desarmamento fazem, de forma canalha, ao tentarem fundir – e confundir - a figura da legítima defesa, constante em nosso direito pátrio, ao linchamento, à barbárie.

Via de regra, os defensores das atuais severas restrições às armas possuem profunda empatia por aqueles que eles acreditam serem as “vítimas da sociedade”, os “excluídos sociais”, que com uma frequência preocupante acabam sim sendo linchados pela população revoltada. O que eles se negam em enxergar é que sua constante defesa de seus mantras “cadeia não resolve”, “criminosos são frutos da desigualdade social” e todo esse blá, blá, blá ideológico é a verdadeira fonte da incivilidade contida nos frequentes atos de “Justiça com as próprias mãos”. Atos esses que possuem sentimento punitivo, que são em seu âmago uma resposta ao fracasso do Estado em vigiar e punir. Uma tentativa desesperada de restabelecer alguma ordem social. Idem para o surgimento dos grupos de extermínios criados por agentes públicos que já não mais acreditam – com boas razões - na própria justiça que deveriam representar. É a impunidade gerando monstros.

E neste momento alguém deve estar se perguntado: e colocar o fator armas nessa equação explosiva não seria agravar o quadro? Não há qualquer indício real que a possibilidade do cidadão adquirir armas legalmente possa agravar o sentimento de impunidade, muito pelo contrário. Tenho para mim - e aqui serei absolutamente honesto ao afirmar que isso ainda carece de um estudo mais aprofundado de minha parte – que um dos responsáveis por esse sentimento de impotência contra os criminosos parte exatamente da negativa do governo em dar ao cidadão treinado, consciente e responsável a possibilidade de autodefesa. Assim, sabendo-se indefeso, sabendo que não pode contar com uma justiça certa e punitiva, vê na eliminação daquele criminoso uma espécie de proteção futura. Independente desta tese se confirmar ou não, temos que, mais uma vez olhar para um passado recente, onde milhões de brasileiros possuíam armas legalmente, outros milhares às portavam diariamente e a ocorrências deste tipo não eram mais frequentes que hoje.

Ainda neste escopo, o escritor Marko Kloos possui um magistral artigo intitulado “A arma de fogo é a civilização” onde discorre como a posse e o porte de armas, ao contrário do que muitos afirmam, é uma atitude civilizatória. Cito aqui um trecho: “A arma de fogo é o único objeto de uso pessoal capaz de fazer com que uma mulher de 50 kg esteja em pé de igualdade com um agressor de 100 kg; com que um aposentado de 75 anos esteja em pé de igualdade com um marginal de 19 anos; e com que um cidadão sozinho esteja em pé de igualdade com 5 homens carregando porretes. Quando estou portando uma arma, eu não o faço porque estou procurando confusão, mas sim porque quero ser deixado em paz.  A arma em minha cintura significa que não posso ser coagido e nem violentado; posso apenas ser persuadido por meio de argumentos racionais.  Eu não porto uma arma porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter medo.  A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem interagir comigo por meio da força. A arma remove a força da equação”. Este artigo se encontra na íntegra no site do Instituto Mises Brasil e merece ser lido. (http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2146)

Como excepcionalmente bem resumiu Olavo de Carvalho, é monstruoso confundir a legítima defesa com "fazer justiça pelas próprias mãos". Aquele que se defende armado contra um agressor armado não está em busca de "justiça", mas de sobrevivência. Ponto final, é isso! Essa “confusão” busca tão somente, de forma desesperada e, repito, canalha, jogar a opinião pública contra aqueles que, como eu, lutam por garantir o acesso ao único instrumento realmente eficaz para se exercer a autodefesa: a arma de fogo! E aqui mais uma incongruência dos defensores do desarmamento que aceitam a existência da legítima defesa, mas esperam que a vítima se defenda de agressores armados ou em maior número ou ainda de força física muito superior com, sei lá, unhas, dentes ou lhe jogando flores.

 

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