Quatro batalhões da Polícia Militar de Alagoas, entre eles 4º e 5º BPM, Rádio Patrulha e Batalhão Escolar já estão aquartelados desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (05) durante a paralisação de advertência dos militares, que estão acampados na Praça da Faculdade, no bairro do Prado.

Os militares pedem um reajuste salarial de cerca de 10%, além da reposição das data-bases de 2006 a 2009. Segundo Teobaldo de Almeida, da Associação de Subtenentes e Sargentos a maior idginação dos praças foi a recuada do Secretário de Defesa Social Paulo Rubim nas negociações.

Ainda de acordo com o Sargento Teobaldo, o secretário era para ter sido o intermediário entre os militares e o governo  já que foi ele que deu o primeiro passa para as negociações.

Para que os militares não respondam processos administrativos, durante o protesto algums militares estão doando sangue para justificar a falta.

"Quem doa sangue tem direito a um dia de folga. Mas a nossa intenção era trazer o carro do Hemoal para a praça, mas o governo impediu", disse Teolbado.