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Muitos olhares e um só objetivo: resgatar o prazer pela leitura nos mais diversos cantos do Estado. No Museu Palácio Floriano Peixoto, Centro da capital, representantes das cidades de Piaçabuçu, Santa Luzia do Norte, Santana do Mundaú, Ibateguara, Teotônio Vilela, Penedo e Maceió formam a turma dos futuros agentes multiplicadores sociais.

O curso Olhar Diferente sobre a Biblioteca Pública – impactos da gestão inovadora tem despertado professores, bibliotecários, estudantes e gestores da cultura na construção da biblioteca como espaço ativo da sociedade. O evento, que acontece até a próxima sexta (16), é uma realização da Ação de Amigos da Fundação Biblioteca Nacional, com patrocínio da Petrobras e parceria da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas.

No primeiro dia do encontro, na última segunda-feira (12), a professora Eva Maria Vianna Menezes, capacitadora do curso, abordou o tema: Real e Ideal. Na oportunidade, os alunos puderam identificar o que a biblioteca tem e o que pode ser feito para melhorá-la.

O secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas, esteve presente nesta terça (13) e ressaltou a importância deste curso em propagar soluções efetivas nos espaços culturais, sobretudo nas bibliotecas, sejam públicas ou privadas. “Buscar informação para formação é o que vocês estão fazendo. Espero que saiam daqui sendo um reflexo nos municípios onde atuam, para que a população tenha acesso à informação e ao conhecimento de forma efetiva”, explicou.

Reunidos em grupo, dando continuidade ao curso, discutiram o tema O Que Fazer e para Quem Fazer. A finalidade é identificar o público alvo e apresentar inovações para as bibliotecas. João Farias, gestor cultural de Teotônio Vilela, diz que o curso vai ajudar a desempenhar com eficiência seu trabalho no município. “Nossa biblioteca está informatizada e tem contadores de história, mas vou levar daqui um posicionamento diferente. Devemos melhorar o acesso para o público acima de 30 anos, por exemplo, com acervos atraentes e direcionados”, revela.

A professora Egilsa Tenório Cavalcante veio de Chã Preta para aprender. Como aluna está decidida a levar os ensinamentos para outros colegas. “Essa experiência em despertar o público, em traçar planos estratégicos, eu vou repassar para a escola, para os meus colegas de profissão e trabalhar junto com eles o resgate à leitura”, diz.

O curso segue até sexta (16), no Museu Palácio Floriano Peixoto, das 8h às 17h. Mais informações: (82) 3315-7877.