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O Natal só é no dia 25. Mas por toda parte já é possível ver lapinhas, árvores, guirlandas, bolas coloridas, luzes e crianças ansiosas com a chegada do Papai Noel. O fim do ano é mesmo uma época de contemplação.


Para abrilhantar ainda mais esse clima, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) promove um Natal mais alagoano. De sexta-feira (18) até terça (22), corais locais e folguedos regionais estarão em Bebedouro, no Calçadão do Comércio e no Memorial à República, em Jaraguá.


As apresentações culturais fazem parte do tradicional Ciclo Natalino que teve início no dia 12 de dezembro na Catedral Metropolitana de Maceió. Agora grupos como Guerreiro São Pedro, Fandango do Pontal, Pastoril Menino Jesus e Baianas Santa Luzia, mostrarão que o Natal também está representado – e muito bem – na arte popular do Estado.


O grupo Quilombo Axé Zumbi, por exemplo, apresenta um folguedo natalino genuinamente alagoano que foi resgatado da década de 30, pelo Mestre Benedito Belarmino. Por meio da dança, 22 participantes representam o resgate de uma rainha branca.


Se a história da rainha não é tão conhecida, o mesmo não se pode dizer do Guerreiro. Folguedo natalino de caráter dramático profano-religioso, o Guerreiro anuncia a chegada do Messias e faz homenagem aos três Reis Magos.


“O grupo Guerreiro Leão Devorador existe há mais de doze anos. Ele pertencia a minha mãe, Mestra Vitória. Hoje estou no comando. Somos quase trinta pessoas”, falou Dona Nadeje, que já se apresentou em São Paulo, Salvador e Recife.


No entanto, é o pastoril o mais conhecido e difundido folguedo popular de Alagoas. Por tradição, os bailes pastoris se realizam depois da Missa do Galo. Meninas, vestidas de azul e vermelho, cantam e dançam em homenagem ao nascimento do Menino Jesus.


Ao todo, treze grupos de folguedos populares integram o Ciclo Natalino deste ano. Também terá apresentação de quatro corais locais. Conheça a programação completa do evento no site www.cultura.al.gov.br.