No Brasil, mais de seis milhões de pessoas recebem pensão por morte. Tem direito a esse benefício os dependentes de um aposentado que morre.

 

São maridos, esposas, filhos menores de idade, inválidos ou até mesmo pais que dependem economicamente dos filhos.

 

O beneficiário vai receber o valor corresponde ao da aposentadoria do parente morto e 13º salário.

 

Os filhos recebem pensão até completarem 21 anos. A pessoa deve procurar o INSS logo após a morte do parente, que é segurado da previdência. Os brasileiros tem direito também a outro tipo de benefício: a aposentadoria especial.

 

Antes, a aposentadoria especial era concedida a algumas categorias profissionais em que o trabalho oferecesse risco à saúde: eletricista, operador de áudio, motorista de ônibus, por exemplo.

 

Desde 1995, não é mais assim. Para pleitear esse benefício, o trabalhador, seja qual for a sua categoria, precisa provar ao INSS que esteve exposto a riscos biológicos ou físicos nocivos à saúde.

 

Ele não terá que completar 30 ou 35 anos de trabalho. “Ele pode se aposentar com 15, 20 ou 25 anos, dependendo desses agentes e fatores agressivos", declara José Nunes, gerente regional do INSS.

 

É necessário apresentar um documento chamado perfil profissiográfico, conhecido como PPP. "A descrição das condições de exercício de atividade desse segurado, onde está vinculado as condições de ambiente de trabalho que é dado pelo médico de trabalho ou engenheiro de Segurança de Trabalho", diz Nunes.

 

Nos guichês do INSS, os técnicos de seguro social que atendem os candidatos ao benefício solicitam o documento, que deve ser emitido pela empresa onde a pessoa trabalha ou trabalhou.

 

Para tornar mais rápida à concessão da aposentadoria especial, uma dica o trabalhador deve ao longo da sua carreira, juntar a carteira de trabalho, SB 40 e o PPP em razão de muitas vezes as pessoas querem pedir os documentos e a empresa já ter fechado.