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A pulsação do ventre materno embala o novo CD do percussionista carioca, já conhecido por inovar o gênero, misturando arranjos de instrumentos de cordas e de sopro com inusitadas percussões, vídeo-arte e performance.


Ao contrário do que normalmente se espera da maioria dos espetáculos de música instrumental brasileira, Siri é uma agradável surpresa, indo muito além das fórmulas a que o gênero está acostumado. O universo explorado em Ultrasom, que será apresentando no palco do Teatro Sesi na próxima segunda-feira (07), e em Arapiraca na quarta (09) - além dos vigorosos ritmos e dos belos temas, é o das “texturas sonoras”.


No palco, as músicas se transformam em um belíssimo espetáculo multimídia. Uma viagem de efeitos, luzes e imagens, com sonoridade própria e riqueza de timbres e melodias.


O cenário elaborado para o projeto tem como ponto de partida uma instalação, “Ventre materno”, onde o público e músicos são envoltos pelo cenário em forma de útero. Então tem início uma viagem musical com vários elementos. Sons extraídos das sessões da ultrassonografia de sua filha Clara viram música: respiração, coração, líquido amniótico, fluxo sanguíneo, batimento cardíaco e sons do ventre dão sustentação e se fundem a sons executados por Siri, acompanhado por dois percussionistas e um quarteto de cordas (violino, viola, cello e baixo acústico).


Projeções feitas pela artista visual Deborah Engel, parceira de Siri em diversos trabalhos, completam a atmosfera de Ultrasom, nos levando a uma viagem de inesgotáveis sensações.
Siri leva a platéia a uma experiência sonora quase hipnótica. Cinquenta minutos em que mal se consegue piscar os olhos.


O projeto aposta no ineditismo, no experimentalismo e na ousadia, propostos por Siri para provocar um novo olhar sobre a maneira de pensar e fazer arte, necessária no processo de transformação sociocultural do país.


SOBRE O MÚSICO

 

Ao contrário do que normalmente se espera da música contemporânea brasileira, o percussionista, arranjador e produtor Siri faz música contemporânea, misturando arranjos de instrumentos de cordas e de sopro com inusitadas percussões, vídeo-arte e performance. Em seu trabalho de estreia, “Siri” (independente), de 2004, o músico levou aos palcos sua parafernália musical e encantou o público com seu inusitado instrumento: uma sucata de Fusca 69 com motor, latarias e capota. Uma verdadeira orquestra urbana.


Em virtude do sucesso do CD e da beleza visual do espetáculo, o registro do show foi inevitável – Siri gravou o CD/DVD Siri ao vivo “Concerto para Conserto” e realizou turnê do espetáculo nas principais cidades brasileiras, participando de festivais importantes como 13º PERCPAN, Cenas Contemporâneas, Multiplicidade (Oi Futuro – RJ), XVII Bienal de Música Contemporânea (RJ), Fórum Cultural Mundial, O Fenômeno das Novas Orquestras (CCBB – SP) e 6º Festival do Tambor Mineiro.


Realizou também performances no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE–SP) e na VERBO – Galeria Vermelho (SP).


A música de Siri é presença garantida nas principais compilações de música brasileira no exterior (Brazilian Beats 6, Nu Brazil 2 e The Best of Brazilian Beats), e o músico foi um dos selecionados para os projetos Rumos Itaú Cultural 2005/2006 e Programa Petrobrás Cultural 2007/2008.


A já conhecida foto da capa de seu CD, Siri, feita pela artista visual Deborah Engel, faz parte da coleção de arte contemporânea de Gilberto Chateaubriant, que se encontra no MAM – Museu de Arte Moderna – RJ.


Da nova geração de percussionistas brasileiros, mas já com muitos anos dedicados à profissão, Siri pretende dar continuidade ao seu legado de experimentação musical, apostando em uma convivência entre todas as formas de criação. Uma simultaneidade de expressões que nos liberta da cristalização de modelos estabelecidos pela indústria.


A diversidade de ideias propostas por Siri nos indica que o processo presente em suas obras libera cada vez mais o artista em direção à individualização de concepções, conceitos e suportes. Siri rompe com espaços limitados e incorpora tecnologias atuais, em uma multiplicidade de expressões que parece não ter mais limite. Sua ousadia em criar um espetáculo multimídia com projeção, instalação, performance e cenário deu a Siri o título de sucessor da nova geração de mestres como Naná Vasconcelos e Hermeto Pascoal.

 

EQUIPE


Siri
André Moreno (percussão)
João Gabriel (percussão)
Carol Panesi (violino)
Luciano Corrêa (cello)
Rodrigo Sebastian (baixo acústico)
Deborah Engel (vídeo-arte)
Marimba (cenário)
Martau (técnico de som)
Binho Schaffer (técnico de luz)

 

SERVIÇO:


O quê: Siri – Turnê Ultrasom
Onde e quando: no Teatro Sesi Maceió, segunda-feira (07/12), às 20h, e no Teatro Sesi Arapiraca, quarta-feira (09/12), às 20h
Ingressos: R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada)
Informações: 82.3235.5191 | 2121.3087/3088 e www.centroculturalsesi.com.br

Atenciosamente,

 

Jorge Adriani Barbosa Cabral
Coordenador do Teatro SESI - Centro Cultural SESI
(82) 9308-0711/ 3235-5191
jorge.cabral@al.sesi.org.br

 

Rafhael Barbosa
Assessor de imprensa
(82) 3311 8034
(82) 9173 9234
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