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Samba. Esse é um dos gêneros musicais que mais representa o Brasil. Nascido no recôncavo baiano e levado para o Rio de Janeiro no século XIX, o ritmo – assim como o futebol e o carnaval – transformou-se em símbolo da identidade nacional.

Nesta quarta-feira (2), o país inteiro comemora o Dia do Samba. Em Alagoas, a data ainda não é muito popular. Mas por aqui, também existem pessoas que se dedicam o ano inteiro ao ritmo. São os integrantes da Liga das Escolas de Samba de Maceió, que tem o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). Nesta quarta, às 15h, eles festejam e fazem da Rua do Comércio, no Centro, um sambódromo.

De acordo com presidente da Liga, Nivaldo Santana, na capital existe cerca de seis mil pessoas envolvidas com o gênero musical, entre músicos, passistas, mestres-salas, porta-bandeiras ou simplesmente os que nasceram com o samba no pé e curtem ouvir e dançar o ritmo nacional por excelência.

“A gente passa o ano todo tocando e ensaiando. No dia do samba queremos despertar a sociedade. Faremos a festa no Calçadão do Comércio para motivar os lojistas no apoio às escolas”, disse Nivaldo, que há mais de dez anos luta pelo fortalecimento do samba no Estado.

O dia nacional dedicado ao ritmo foi estabelecido, em 1940, pela Câmara de Vereadores de Salvador em homenagem ao compositor Ary Barroso, que acabava de lançar Aquarela do Brasil. Apesar de ter muito da história na Bahia, foi no Rio de Janeiro que o samba incorporou outros gêneros, adquiriu caráter totalmente singular e virou febre no carnaval.

É o samba carioca, carnavalesco, que inspira os grupos em Maceió. Amanhã, no Comércio, desfilam as Escolas Unidos do Poço; Arco-Íris; Girassol; Jangadeiros; 13 de Maio e Gaviões da Pajuçara. Na oportunidade, será apresentado o tema do carnaval 2010 de todas as agremiações. Mais informações: (82) 8811-6959.