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Prefeitos dos municípios sertanejos foram convocados pelo Ministério Público Estadual para discutir a situação dos matadouros públicos na região, bem como encontrar uma saída para acabar com o abate clandestino de carne. A reunião foi acompanhada pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares, que fez questão de ressaltar a cobrança na implantação de práticas sanitárias corretas em defesa da saúde da população.

Ficou estabelecido que em breve um novo encontro será organizado para delinear as formas de gestão do matadouro de Delmiro Gouveia – que ficará responsável por receber todo o abatimento do Alto Sertão. A centralização além de garantir mais higiene, também barateia o custo do abatimento e beneficia toda a cadeia produtiva envolvida no setor.

O encontro aconteceu no Fórum de Água Branca e contou com a presença dos prefeitos de Olho d´Água do Casado, Água Branca, Pariconha e Delmiro Gouveia, além de secretários municipais e coordenadores de Vigilância Sanitária de mais oito cidades da região. A solução adotada é a mesma que foi tomada no Baixo São Francisco, já que o matadouro de Igreja Nova ficou como pólo de abate regional.

De acordo com a promotora de Justiça Dalva Tenório, coordenadora do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente, é mais prático centralizar todo o abatimento de carnes da região no matadouro de Delmiro Gouveia. Para ela, o local está mais próximo de reunir as condições necessárias para o abatimento com segurança sanitária. Os técnicos enviados pela Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) também fizeram a mesma observação e garantiram rigor na fiscalização.

A reunião contou com a presença dos promotores de Justiça Bolívar Cruz Ferro, Cláudio José Moreira Teles, João Batista Santos Filho, José Antonio Malta Marques e do juiz Ferdinando Scremin Neto, da Comarca de Água Branca.