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Desde que tomou posse, há 19 meses, o presidente Jair Bolsonaro atua para enfraquecer a democracia e suas instituições, e atacar direitos fundamentais, movido por uma indisfarçável tentativa de impor uma plataforma fundamentalista de extrema-direita que ameaça os avanços conquistados nos últimos 30 anos de democracia no país.

Diante dessa agenda destrutiva e do discurso de ódio do atual presidente, o PSB lança na próxima terça-feira (14), às 17h, uma campanha que propõe aos seus filiados e à sociedade em geral uma estratégia de resistência e defesa de seus direitos com base no conceito universal da NÃO VIOLÊNCIA ATIVA. 

Na campanha, cujo slogan é "NÃO VIOLÊNCIA ATIVA - PAZ, ESSA É A NOSSA BANDEIRA", o partido apresenta causas que são norteadas pela promoção da democracia, da prosperidade e da justiça social. O conceito está presente na proposta de Autorreforma em discussão no partido.

Segundo  o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, o método que inspira os socialistas na reação ao projeto antidemocrático e conservador de Bolsonaro foi empregado em países como a África do Sul, os Estados Unidos e a Índia, garantindo a vitória daqueles que lutaram ao lado do povo. 

“O termo NÃO VIOLÊNCIA ATIVA sintetiza em grande medida os modos pelos quais o PSB deseja dirigir-se à sociedade, disseminando afetos que apontem para o bem comum: amor, tolerância, hospitalidade, resiliência em fazer e procurar o que é bom, compaixão, solidariedade, fraternidade, respeito pela humanidade de cada outro”, explica. 

Tornaram-se referências dessa estratégia de enfrentamento o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela - símbolo da luta contra a discriminação racial e o regime de segregação, conhecido como apartheid -, Martin Luther King – líder da luta pelos direitos civis e pela igualdade racial nos Estados Unidos -, e também Mahatma Gandhi -  líder pacifista que enfrentou os ingleses até garantir a independência de seu país, sem nunca ter usado de violência.

Além desses líderes, também inspiram a campanha do PSB Dom Helder Câmara, o “profeta da fraternidade”, que dedicou sua vida aos pobres e enfrentou com coragem a ditadura civil-militar brasileira, e as jovens ativistas Greta Thumberg e Malala Yousafzai, que entram para a história por defenderem a sustentabilidade e os direitos humanos. 

Ao longo de três semanas, o PSB vai impulsionar nas redes sociais, sempre às terças e quintas-feiras, vídeos curtos que destacam a ação e as ideias desses defensores da humanidade, como inspiração para o enfrentamento do atual momento no Brasil.

Siqueira afirma que a cultura do brasileiro é de paz e harmonia, contrária ao discurso do ódio, da violência e da discriminação que é empregado por Bolsonaro e seus seguidores. "Precisamos lançar ideias positivas de paz, amor, conquistas de direitos sociais. Não se combate o ódio com mais ódio. Venceremos o fascismo com resiliência e empunhando a bandeira da paz", afirma Siqueira.

Todos os vídeos estarão acessíveis no site oficial e nas redes sociais do PSB para serem baixados e compartilhados. 

SERVIÇO
Lançamento da campanha "Não violência ativa - Paz, essa é a nossa bandeira"
 Terça-feira (14), às 17h
Live nas redes sociais e no site do PSB nacional 
@psbnacional40   psb40.org.br