Cabo Bebeto pede “que se dê oportunidade às pessoas que querem trabalhar de forma segura”

  • Assessoria
  • 10/06/2020 10:47
  • Política
Foto: Assessoria / Reprodução
Deputado estadual, Cabo Bebeto

A abertura das atividades comerciais foi a pauta defendida, mais uma vez, pelo deputado estadual Cabo Bebeto, na sessão desta quarta-feira, dia 10, na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). 

O parlamentar disse que alguns pontos comerciais têm sofrido “operações midiáticas”, no entanto, é só ir ao Centro e observar que, mesmo com a maioria das lojas fechadas, ele está lotado de pessoas. 

Cabo Bebeto lembrou que há praticamente 90 dias empresas estão fechadas e já não estão suportando os encargos, entretanto, até o momento, não houve sequer uma ajuda do Governo do Estado para esses empresários que se veem obrigados a encerrar as atividades e demitir funcionários. “Já os grandes comércios e as grandes lojas têm oportunidade de trabalhar, mas os pequenos comerciantes não tiveram essa chance”.

O deputado fez questão de salientar que não quer a proibição das pessoas transitarem, apenas que se respeitem as limitações impostas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus e que se dê oportunidade àqueles que querem trabalhar de forma segura.

Mesmo depois de três meses de isolamento e uma série de regras e limitações, as pessoas não pararam de adoecer e os respiradores não chegaram, comentou Cabo Bebeto, indagando: “quanto tempo mais o Governo do Estado vai sangrar os comerciantes?”.

O deputado pediu, também, um olhar dos gestores públicos para os trabalhadores do transporte alternativo e os transportadores escolares e lembrou que, em alguns estados, permitiram que eles fizessem transporte de passageiros dentro da cidade, uma vez que se limitou o número de ônibus. 

Sobre alguns atos que aconteceram na cidade, Cabo Bebeto questionou a aglomeração de pessoas e disse que todos estavam a pé e, no entanto, não houve críticas como aquelas feitas às carreatas, quando os participantes estavam dentro dos veículos, sem se aglomerar. Uma médica criticou a fila de carros e até certos secretários de governo foram ríspidos, recordou o parlamentar. No entanto, “a pergunta que fica é: o que essas pessoas querem defender, as vidas ou as ideologias políticas? Onde há mais risco, na fila de carros ou na aglomeração de pessoas?”, concluiu o deputado.