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Uma a cada três mulheres, em escala global, já sofreu violência física ou sexual ao longo da vida, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Com a pandemia da COVID-19, medidas de isolamento começaram a ser implementadas em diversos países, incluindo o Brasil. Para várias mulheres, a preocupação ultrapassa o vírus nesse período tão delicado. O risco de violência doméstica aumentou consideravelmente na quarentena.

Em Alagoas não é diferente, os números de casos que já eram altos foram intensificados durante o presente momento de isolamento social. Pensando nisso, o Centro de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM), desenvolveu um projeto para ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade. 

A ONG disponibiliza atendimentos online com advogadas, psicólogas e assistentes sociais. O projeto tem por objetivo oferecer um maior suporte a mulheres que sofrem qualquer tipo de violência. Além de incentivar pessoas que conhecem mulheres que estão passando por situações semelhantes e não encontram condições de pedir ajuda.

“Nosso atendimento e apoio é feito presencialmente, mas atendendo a necessidade da pandemia que exige o isolamento social, buscamos meios possíveis para dar continuidade aos nossos serviços e poder atender a todas que precisam de um apoio, seja ele emocional, juridico ou apenas uma boa conversa”, explica Paula Simony, coordenadora geral do CCDM.

Os atendimentos ocorrem às segundas, quartas e sextas, das 14h às 17h, via WhatsApp, nos seguintes contatos:
(82) 99922-5202
(82) 98812-5800

Além dos casos de agressões físicas, a Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, prevê que violência psicológica, sexual, patrimonial e moral também são consideradas condutadas que ferem o Código Penal brasileiro. 

Para denúncias e informações sobre violência doméstica, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência).
Para situações de emergência, ligue 190 (Polícia Militar de Alagoas).